domingo, 12 de junho de 2022
RECITAL DE MEIO DE CURSO - Pedro Barbosa Alves
sábado, 11 de junho de 2022
RECITAL DE MEIO DE CURSO - Pedro Barbosa Alves
sexta-feira, 10 de junho de 2022
CUBA, A ILHA QUE RESISTE - José Ricardo Caetano Costa

JOSÉ RICARDO CAETANO COSTA, lançou seu livro CUBA, A ILHA QUE RESISTE , na livraria Vanguarda.
O livro é um interessante relato de sua viagem a Cuba da qual retorna com uma impressão favorável.
O autor é graduado em Direito e História com mestrado e doutorado.
É escritor, palestrante e advogado de direitos sociais.
Na foto me entrega seu livro autografado. Como curiosidade a impressão de que autor é muito alto ou eu muito baixo decorre do fato de que, na ocasião, o autor se encontrava encima de uma plataforma.
Estamos agora estudando a possibilidade dele repetir esta sessão proximamente na GALERIA CÂMARA CLARA talvez, a se estudar, em conjunto com a exposição MULHERES QUE FOTOGRAFAM
quarta-feira, 8 de junho de 2022
terça-feira, 7 de junho de 2022
segunda-feira, 6 de junho de 2022
segunda-feira, 30 de maio de 2022
ASSEMBLÉIA DO SINASEFE DISCUTE GREVE POR TEMPO INDETERMINADO - Prof. Paulo Baptista
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Em Assembleia Geral marcada para hoje 30/05 o SINASEFE coloca em pauta a greve que o campus Pelotas mantém por tempo indeterminado
domingo, 29 de maio de 2022
sábado, 21 de maio de 2022
JOSÉ RICARDO CAETANO COSTA está lançando seu livro CUBA, A ILHA QUE RESISTE.
quarta-feira, 18 de maio de 2022
HOMENS MAIS RICOS DO PAÍS AGEM PARA PRIVATIZAR ELETROBRAS E LUCRAR COM ISSO

Assembleia Geral do Sinasefe-IFSul aprova adesão à Greve por tempo indeterminado
Após meses de tentativas de negociação com o governo, sem sucesso, o Sinasefe-IFSul aprova a adesão ao movimento nacional de Greve do Sinasefe, que luta pela reposição imediata das perdas inflacionárias da categoria!
A inflação está corroendo os salários, congelados há mais de 05 anos, e o governo se nega a abrir negociação com os(as) servidores(as) da educação.
Chega de desrespeito. Agora é GREVE!
segunda-feira, 16 de maio de 2022
segunda-feira, 9 de maio de 2022
quarta-feira, 4 de maio de 2022
PARANOIA - Enio Andrade
sábado, 23 de abril de 2022
quarta-feira, 20 de abril de 2022
MARIA MARTINS - Ângela Becker
A brasileira Maria Martins tem uma história artística incrível. E uma extraordinária vida pessoal.
Está presente em grandes museus como o Museu da Filadélfia, MoMA em Nova York, no MALBA Argentina, na Bélgica e na França. Em São Paulo no MAC e Rio de Janeiro(MAM). No Palácio Itamaraty, em Brasília. Isto já é um baita cartão de apresentação! Conviveu com os grandes nomes da época, Breton, Max Ernst, Chagall, Picasso. Foi amiga de Brancusi. Com Mondrian dividiu uma exposição em NY. Extraordinário foi o caso que teve com Marcel Duchamp, por mais de uma década. As cartas que trocaram mostram a união caliente que ligava os dois e como respiravam juntos o amor pela Arte. Duchamp tem duas obras importantes que dialogam direta (e ocultamente) com a obra dela,impactado com a beleza e sensibilidade vibrante da artista. É preciso dizer que Duchamp foi o artista mais importante nascido no séc. XX. Foi quem mudou a arte do seu tempo.
Nas últimas décadas de sua vida, trabalhou com o pensamento voltado à brasileira Maria Martins. Maria Martins foicasada com o diplomata brasileiro Carlos Martins que conheceu na França(1920) e este foi seu segundo casamento. Em função disso, morou em Paris, Bélgica, EUA e Japão, onde o marido foi embaixador. Carismática, erudita, poliglota, frequentava os artistas que estavam no topo dos movimentos. Como André Breton, autor do manifesto surrealista. Ela se alinhou desde logo ao surrealismo. Trabalha com escultura em madeira em Paris, mas muda a técnica para “cera perdida”, quando vai morar em NY. Esta técnica sobrepõe camadas sobre camadas de cera que será substituída por bronze no derretimento quando escorre para fora, se perdendo. Daí o nome. Esta técnica pede a “mão na massa”. É visceral, orgânica. Maria (preferia ser chamada pelo pelo primeiro nome) tem uma obra de sensibilidade e metamorfose tropical.
O surrealismo lhe caia como uma luva. "Não esqueça que venho dos trópicos" é o nome de uma obra dela. Prezava os títulos, certamente influenciada por Duchamp (a quem mais influenciou do que foi influenciada). A Amazônia é o seu motivo básico. Faz uma exposição em NY com este título. Neste lugar-amazônia- tudo é úmido e em estado de transformação. A matéria é o magma que ainda não é. Tudo palpita de vida na sombra crepusculareterna da floresta e q ainda traz a memória do caos.
A escultura de Maria é assim como a Amazônia. É o resultado do fluxo entre as formas vegetais, animais e humana. Não se sabe onde começa, nem onde termina. Algas, raízes, lama, formas sexuais, viscerais, corpóreas. Este clima é o próprio fazer de sua escultura. A vida está no sombrio, no crespo, no indomado. É arrebatador. Ela esculpe os mitos deste Brasil mágico e indomado e no mito fundador da Amazônia reza que todo o ano o rio deve fecundar a floresta. O rio sai do leito pela noite à procura da mulher mais bela entre as belas. Sai e desliza em meio à floresta enrosca-se em troncos, folhagens, raízes e segue "derrotando animais, enlouquecendo os pássaros" à procura da mais bela morena do crepúsculo da mata. Com a cópula anual, vivifica a floresta.
Assim é a escultura de Maria Martins. Assim é a própria Maria Martins, esta artista que ressurge agora com força, a mesma força que arrebatou Duchamp já na maturidade e coberto de fama. Vai ficar para a próxima a descrição dos trabalhos que ele moldou no corpo mesmo de Maria e que está voyeuristicamente oculto/exposto numa sala do Museu de Arte da Filadélfia.
sábado, 16 de abril de 2022
segunda-feira, 4 de abril de 2022
sábado, 5 de março de 2022
UM TIME QUE FICOU NA HISTÓRIA
Esta formação do Xavante, de 1962, é um exemplo disto.
Grande time!
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022
DESTRUIÇÃO DO ANTONOV - A GUERRA SE ASSEMELHA À BÁRBARIE -
Além das centenas de mortes que o conflito na Ucrânia está causando, a maior aeronave do mundo, Antonov-225 Mriya, também foi destruída em ataque russo na Ucrânia. O considerado maior avião do planeta foi fabricado na Ucrânia e estava no aeroporto Hostomel, perto de Kiev, que foi atacado pela Rússia. Segundo o fabricante, a restauração do avião custaria mais de 3 bilhões de dólares e levaria muito tempo.
A aeronave possuía 84 metros de comprimento. Já a distância de uma ponta à outra da asa (a chamada "envergadura") tem o equivalente a um prédio de 29 andares ou 88 metros. "Mryia" significa "sonho" em ucraniano e o avião foi construído na década de 80 para transportar equipamentos da extinta união sovietica
sábado, 26 de fevereiro de 2022
Presidente do Iphan afirma que há 'supervalorização do patrimônio cultural' - CAROLINA MORAES E JOÃO PERASSOLO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - "Há aqueles que supervalorizam o patrimônio cultural." Assim a presidente do Iphan, Larissa Peixoto, respondeu na semana passada a um pedido de reunião enviado a ela no final de janeiro pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural para debater uma série de pontos que, para eles, apontam desmonte e perseguição dentro do órgão.
O conselho é a instância máxima do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e regula a proteção do acervo cultural do país. O colegiado debate e dá o voto final para o encaminhamento e aprovação de tombamentos e registros de bens imateriais.
No pedido de reunião, 12 dos conselheiros listam ações recentes do órgão que, nas palavras deles, comprometem a preservação do patrimônio, tais como a diminuição do orçamento do Iphan a partir de 2019, a não realização do processo seletivo do mestrado em patrimônio, a possível venda do Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro, e também a retirada do apoio do órgão a peças e objetos de religiões afro-brasileiras agora sob guarda do Museu da República.
Na resposta, Peixoto diz que os pontos levantados pelos conselheiros são "desmedidos e desrespeitosos" e beiram a suposição de crime por parte da diretoria do órgão. Afirma ainda que as palavras deles foram duras e desrespeitam a dignidade de servidores do órgão.
Ela e os cinco diretores que assinam a carta pedem que os conselheiros se retratem e não respondem ao pedido de agendamento de uma data para a reunião.
"Há aqueles que supervalorizam o patrimônio cultural com meritórios estudos arrojados, todavia menosprezam a gerência na criação de protocolos eficientes para a consecução do fim tão almejado, qual seja, a preservação que todos coadunam", escreve.
O conselho enviou ainda uma tréplica em que afirma ter havido "um mal-entendido" e que lamenta "que uma atitude de respeito à missão do instituto seja considerada desrespeitosa".
Parte dos servidores do Iphan se manifestou com solidariedade ao requerimento dos conselheiros. Eles consideram "urgente e indispensável que os dirigentes do Iphan aprofundem o diálogo, a consulta e a observação dos ritos previstos na instância do conselho", como escrevem numa carta.
Ainda em apoio ao grupo consultivo, a carta diz que "a voz dos servidores do Iphan não pode ser invocada em contextos alheios aos dos debates e deliberações dessas esferas", em resposta ao trecho em que a direção afirma que o requerimento da reunião feria também a dignidade dos servidores.
Após a publicação desta reportagem, o Iphan enviou uma nota afirmando que a carta de Peixoto "destaca, de forma clara, a importância e necessidade de se valorizar o patrimônio ao mesmo tempo que os ritos administrativos necessários à sua preservação, seja por meio de tombamentos, registros, entre outros".
"Vale ressaltar que promover a eficácia administrativa é uma forma assertiva de assegurar a valorização e proteção do nosso patrimônio", diz o órgão.
O Iphan ressalta ainda que, nos últimos seis meses de 2021, avaliou 96 pedidos de tombamento contra somente oito durante todo o ano de 2018. Em relação à revalidação de registros de bens, apenas em 2021 foram nove revalidações contra apenas uma ao longo dos últimos 20 anos.
A troca de farpas acontece em meio a uma crise generaliza do Iphan, um alvo constante de críticas do governo de Jair Bolsonaro desde o começo de sua gestão.
Depois da paralisação do conselho consultivo por quase dois anos e da troca de funcionários do alto escalão, a instituição agora vê o reflexo disso numa série de medidas que podem tornar a principal entidade de preservação do patrimônio cultural do país num órgão-fantoche dos bolsonaristas.
Segundo especialistas que trabalham com patrimônio, esse é um desmantelamento inédito, que não se viu nem em períodos autoritários no Brasil.
provação expressa de licenciamento ambiental, distribuição de cargos-chave para aliados do governo, diminuição do orçamento, paralisação do mestrado e recentes anulações de tombamentos são algumas das situações que vêm abalando o instituto.
Fonte: Folha de São Paulo
RETALHOS DE UMA PAIXÃO - Victor Hugo Lautenschlager
O Vinicius Sinott diz "Olhar Para Frente". Confesso que depois do vexame que assisti no jogo em Vacaria, eu não consigo olhar para esse horizonte e me vislumbrar num futuro promissor. Fazer isso é sofrer antecipado. Nossa rotina de torcedor xavante tem sido massacrante. Ao apito do juiz no ponta pé inicial da partida já começa a acelerar e descompassar o coração do sofrido torcedor rubro negro. Sabemos por antecedência que é o apito do alerta avisando que serão mais noventa minutos de agonia profunda. Para nós, há muito, não existe jogo fácil, exceção ao do Guarani de Bagé que veio, além de desfalcado, abalado pelo surto de Covid que acometera seus profissionais. Afora tanta angústia, tem aquele dito que o jogo só termina quando o juiz dá o apito final. Aí que mora o perigo. Nosso time sofre do mal do "depois dos 40". Por ter um ataque incompetente, que não sabe definir a jogada em gol e por isso, "a pau e corda", consegue marcar, vez que outra, um golinho durante 80 minutos, entrega a rapadura quando os ponteiros ultrapassam esse tempo. Nosso time é instável. Não tem identidade. Não sabe aproveitar as chances de gol e se deixa vazar querendo fazer firula quando é hora de chutar a bola pro mato. Afinal, o que está motivando tal inconsistência dentro das quatro linhas? A jovem diretoria já mostrou competência e muita vontade de trabalhar. A torcida abraça o time com a paixão avassaladora de sempre. Os jogadores são de nível acima do que tínhamos no rebaixamento. E o técnico e sua plataforma de trabalho, seria ele a peça desajustada no conjunto da obra? Voltando as vacarias, ou melhor, as vacas magras, eu, torcedor que tantas loucuras feitas para não perder um jogo na Baixada, digo que minha preocupação começou quando o raio da bolinha definiu o Glória como adversário. Sabia que seria pedreira, coisas que essa turma nova que dirige o clube, o treinador, os atletas e o raio que o parta não sabiam. Não deu outra: faltou usarem as sandálias da humildade. Acho que se tivesse alguém da diretoria do tempo que chamavam de encarnado o vermelho da nossa cor, a história seria outra. A jornada continua. Chazinho de camomila, medidor de pressão à mão e no peito a mesma fé, o mesmo orgulho e a mesma paixão.
Vitor Hugo Lautenschläger é administrador do grupo XAVANTE - RETALHOS DE UMA PAIXÃO existente desde 24 de fevereiro de 2015 e que conta com quase 2000 membros.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022
Putin pode até perder ao fim, mas já venceu o Ocidente na guerra da Ucrânia - IGOR GIELOW
MOSCOU, RÚSSIA (FOLHAPRESS) - Independentemente do resultado final de sua audaciosa invasão da Ucrânia, Vladimir Putin já venceu o Ocidente nesta crise aguda, não vista em terras europeias desde que Adolf Hitler enviou suas últimas reservas atravessarem a floresta da Ardenas no inverno de 1944 para tentarem jogar os Aliados ao mar.
Diferentemente do ditador nazista, contudo, o presidente russo não parece estar na vazante terminal de seu poder, ainda que talvez não viva o zênite. Ao contrário, nesta prolongada contenda com o Ocidente, Estados Unidos à frente, deu as cartas desde o começo.
É uma história conhecida, que vai das humilhações sofridas pela Rússia na caótica década do pós-Guerra Fria às salvas de mísseis de cruzeiro da madrugada deste 24 de fevereiro. Putin emergiu como uma espécie de salvador da pátria e, para o russo comum até aqui, entregou um país melhor.
No caminho, contudo, ossificou o sistema político em torno de si. Em 2020, cedeu à tentação da perpetuação institucional, abrindo o caminho para ficar na cadeira até os 83 anos, em 2036. Agora, apresenta à Rússia a perspectiva de muitos anos de ostracismo político-econômico se não coisa pior.
Os motivos de Putin são conhecidos e obedecem a uma lógica, que é retomar o controle político sobre a antiga periferia soviética para evitar a gula do Ocidente e suas estruturas associadas, a Otan e a União Europeia.
Ninguém pode dizer que o caminho era improvável: em 2008, ele atacou a Geórgia em uma mini-guerra que lembra mais a atual do que o conflito de 2014 na mesma Ucrânia, quando anexou a Crimeia de disparou a guerra civil que está no centro da crise atual.
Ainda assim, por todo seu histórico de jogador tático, limitado ao próximo movimento, em oposição a uma sofisticação estratégica de horizonte estendido, Putin surpreendeu a todos os observadores fora do círculo do alarmismo do complexo ocidental mídia-serviços de inteligência-governos.
Politicamente, Putin provou seu ponto de forma sombria. O mundo do pós-guerra, e aí falamos do conflito encerrado em 1945, está morto. Os espasmos da hegemonia americana do pós-Guerra Fria, que mantinham a estrutura anterior viva por aparelhos, já inexistem.
Não deixa de carregar simbolismo o fato de que a guerra começou enquanto senhores vetustos se digladiavam na mesma Organização das Nações Unidas que tanto Putin quanto o grande sujeito oculto da análise geopolítica do momento, Xi Jinping, defendem como grande palco de um multilateralismo necessário e respeitador das particularidades políticas de cada país.
Só que a Ucrânia, como o russo deixou claro de 2020 para cá, não entra na categoria de Estado. Na visão putinista de mundo, Kiev é um esbirro bolchevique do imperialismo russo, e deve retornar à categoria de "área histórica".
Assim, bombardeie-se, mesmo que isso pareça ilógico por alienar a população que deveria estar tentando conquistar. Mas o jogo de Putin é sobre a flacidez da musculatura do mundo liberal-democrático, e as implicações disso são assustadoras mesmo para brasileiros na periferia.
O presidente diz, com sua ação, que com força bruta pode impor sua vontade. Os adversários, afinal de contas, só conseguem prometer sanções cada vez mais incapacitantes que até agora não mataram a economia russa e, dependendo da dose aplicada, podem vitimar também seus proponentes.
Se o mundo já era um lugar mais perigoso quando Putin impôs sua lógica à pequena Geórgia, hoje o "novo normal" anunciado pelo chefe da Otan tem a cara da guerra na Europa. Historicamente, regimes democráticos são mais adaptáveis e, por falhos, sujeitos a correções de rumo. Encarnavam aquilo que Churchill falava de a democracia ser a pior forma de governo, à exceção das outras.
Agora, assim como nos anos 1930, seu momento de crise é atacado com força por desafiantes iliberais. Há diferenças óbvias com aquela realidade, mas o cheiro de repetição é incômodo, e o cupim está na casa, como Donald Trump já provara.
Pior para o Ocidente que Joe Biden seja o homem do outro lado ou Trump, para ficar no duopólio. Ambos não têm a energia para estabelecer um canal para lidar com esse novo normal, assim como Barack Obama errou ao permitir Putin ganhar musculatura ao salvar a ditadura síria na guerra civil.
Evidentemente, não se trata de sugerir que a Otan deva entrar na guerra, por riscos apocalípticos evidentes e o potencial apetite de Putin de também querer se provar crível nesse campo. A essa altura, melhor não duvidar, e esta é outra vitória dele.
Mas o caminho que misturou desprezo aos russos e falta de visão estratégica levou o Ocidente ao impasse atual, com suas instituições repetindo como autômatos os mesmos discursos. Falto diálogo de lado a lado, e aí o russo poderá sempre dizer que alerta sobre isso desde o famoso discurso de Munique em 2007.
É tarde. Putin pode fracassar militarmente, ver sua própria população se mobilizar contra si, acabar engasgado pelas sanções. Ou vencer e ainda achar uma linha de salvação na China.
Seja como for, o resultado está aí: uma demonstração de poderio militar, realpolitik dura e completo desassombro na hora de justificar motivações com mistificações e verdades na mesma medida. O lobo, após tanto ter seu nome gritado, mordeu.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022
SITUAÇÃO DE RISCO NA SUBESTAÇÃO DA CEEE - ENCAMINHAMENTO DO MINISTÉRIO PÚBLICO - Lúcio de Almeida Hecktheuer
Dando continuidade a material divulgado em A Metade Sul no dia 11 de novembro de 2021 (http://ametadesul.blogspot.com/2021/11/a-cidade-invisivel-situacao-de-risco-na.html), com o título “A Cidade Invisível – Situação de Risco na Subestação da CEEE”, informamos que foi realizado denúncia ao Ministério Público Estadual o qual acatou-a, solicitando providências, inicialmente da Prefeitura Municipal, para que a irregularidade seja solucionada.
Neste período de 93 dias, 3 meses depois da publicação da matéria em A metade Sul, o estado da cerca colocada pela concessionária de energia se deteriorou significativamente conforme pode ser observado na foto acima registrada no dia 07 de fevereiro de 2022.
Outras denúncias a respeito do assunto poderão vir a acontecer junto a Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul (AGERGS) e na Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). A AGERGS é a responsável pelo controle dos serviços de Energia Elétrica no Estado e a ANEEL em nível nacional.
O teor da denúncia junto ao Ministério Público Estadual pode ser consultada no link http://www.mprs.mp.br/atendimento/consulta-processo com protocolo 01520.000.039/2022
REABERTURA DA BIBLIOTECA DO CAMPUS PELOTAS-IFSUL - Uma notícia que merece destaque
Em meio a um quadro que vem nos acompanhando de dificuldades o aviso da reabertura da Biblioteca do Campus Pelotas é extremanente animadora.
Com a pandemia o IFSul vinha mantendo suas atividades à distância ou interrompidas. durante um longo tempo.
Agora é o momento de voltar a dar vida a uma instituição que dispõe, como poucas, de condições de infraestrutura e de recursos da maior qualidade.
E a reabertura da Biblioteca, dentro das negociações que vem sendo feitas para a retomada das atividades presenciais, é de um simbolismo muito grande.
A biblioteca é o espaço dentro dos estabelecimentos de ensino onde se vai buscar, principalmente alunos, o ambiente favorável ao estudo e ao conhecimento.
Parabéns.










