O Corpo É Dela
São Paulo, Brasil. 30 de outubro de 2015.Direção, edição e operação de câmera: Alex GirardiProdução: Cine Monstro#MulheresContraCunha
Posted by NINJA on Sábado, 31 de outubro de 2015
sábado, 31 de outubro de 2015
O Corpo é dela - Cunha pode estar caindo
Florianópolis - Sul da Ilha
Sul da Ilha
Florianópolis Sul da Ilha - Ilha do Campeche, Campeche, Morro das Pedras, Lagoa do Peri, Armação, Matadeiro, Ribeirão da Ilha, Pântano do Sul, Açores e Naufragados - Florianópolis' South Coast Beaches
Posted by Gustavo Testa on Domingo, 25 de outubro de 2015
sábado, 24 de outubro de 2015
A Terra dos Coxinhas
Durante a sabatina promovida pela CBN no Teatro Eva Herz, na LIvraria Cultura, um grupo de manifestantes aguardavam a saída do prefeito Haddad com palavras de ordem contra o PT e o comunismo.
O ex-senador Eduardo Suplicy que estava presente foi hostilizado.
Mesmo sem oposição física , os ânimos foram se exaltando.
Ao ponto de uma das participantes agredir um rapaz e bradar na livraria: Aqui é terra dos Coxinha!
Bairro do Laranjal invadido pelas águas
Video dá bem uma idéia da extensão da enchente provocada no bairro do Laranjal.
Muitos quarteirões invadidos pelas águas, muitos moradores retirados.
Marcadores:
Bairro do Laranjal invadido pelas águas
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Senador Paulo Paim: PT saudações
Após a saída da senadora Marta Suplicy que se filiou ao PMDB, o Partido dos Trabalhadores encaminha-se para perder mais um quadro do primeiro escalão, desta vez o senador Paulo Paim.
Vão surgindo, assim, sérias fissuras dentro do PT e vão vindo à luz cisões nas quais interesses políticos pessoais podem colocar-se acima de princípios ideológicos o que se tornou rotineiro na política brasileira.
No caso da senadora Marta Suplicy, a desfiliação do PT e filiação ao PMDB tomou ares tragicômicos.
Durante a solenidade, a ex-ministra disse que mudou de partido para “livrar o país da corrupção”.
As declarações foram feitas ao lado do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, citado no Lava Jato como um dos beneficiados no Petrolão.
De acordo com delatores, Cunha teria recebido US$ 5 milhões para intermediar um contrato com a Petrobras e, logo a seguir, foram descobertas contas secretas na Suiça.
É autor do projeto de lei, apresentado em 1997 quando ainda era deputado federal, que criou o Estatuto do idoso.[4] Também de sua autoria mas ainda em discussão no Congresso Nacional, são os projetos de lei que institui o Estatuto da Igualdade Racial e o fim do fator previdenciário.[5]
O senador também votou pela manutenção do 14º e 15º salário que todo senador e deputado ganha todo ano considerado pelo congresso "ajuda de custo".
Nas eleições no Rio Grande do Sul em 2010 disputou a reeleição ao Senado, sendo o mais votado com 33,83% dos votos válidos
Com o aval de suas bases eleitorais, o senador anuncia no próximo mês o seu novo partido. Ele já esteve em conversas com o PSB e em uma reunião com a Rede.
Na terça-feira, ele vai se encontrar com os dois pretendentes.
Sobre o PT, diz: “O partido adotou uma política contra o que sempre pregamos”.
Vão surgindo, assim, sérias fissuras dentro do PT e vão vindo à luz cisões nas quais interesses políticos pessoais podem colocar-se acima de princípios ideológicos o que se tornou rotineiro na política brasileira.
![]() |
| Marta, Temer e Cunha de mãos dadas |
Durante a solenidade, a ex-ministra disse que mudou de partido para “livrar o país da corrupção”.
As declarações foram feitas ao lado do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, citado no Lava Jato como um dos beneficiados no Petrolão.
De acordo com delatores, Cunha teria recebido US$ 5 milhões para intermediar um contrato com a Petrobras e, logo a seguir, foram descobertas contas secretas na Suiça.
O afastamento de Paulo Paim parece mais emblemático.por se tratar de um quadro histórico oriundo do movimento sindical.
Identificou-se pela defesa de direitos trabalhistas opondo-se, em alguns momentos, a orientações do partido.É autor do projeto de lei, apresentado em 1997 quando ainda era deputado federal, que criou o Estatuto do idoso.[4] Também de sua autoria mas ainda em discussão no Congresso Nacional, são os projetos de lei que institui o Estatuto da Igualdade Racial e o fim do fator previdenciário.[5]
O senador também votou pela manutenção do 14º e 15º salário que todo senador e deputado ganha todo ano considerado pelo congresso "ajuda de custo".
Nas eleições no Rio Grande do Sul em 2010 disputou a reeleição ao Senado, sendo o mais votado com 33,83% dos votos válidos
Com o aval de suas bases eleitorais, o senador anuncia no próximo mês o seu novo partido. Ele já esteve em conversas com o PSB e em uma reunião com a Rede.
Na terça-feira, ele vai se encontrar com os dois pretendentes.
Sobre o PT, diz: “O partido adotou uma política contra o que sempre pregamos”.
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
Novidades do Nei A. Pies
|
Enchentes em Pelotas, hora de começar o tratamento - P.R.Baptista
A recente enchente que atingiu especialmente a orla da Lagoa dos Patos( Laranjal, Colonia Z-3) e as margens do Canal São Gonçalo e Arroio Pelotas, é apenas mais um capítulo de uma longa e antiga sucessão de alagamentos ocorridos periodicamente, de acordo com as circunstâncias, em diversos pontos de Pelotas, alguns em plena área central.
Como ensinamento, espera-se definitivo, do que ocorre neste momento, a partir do fato óbvio que vivemos sujeitos permanentemente a episódios desta natureza, é a necessidade de urgentes medidas não só paliativas para impedir novas ocorrências, mas que sejam continuadas dentro de um projeto abrangente para toda a cidade.
Este projeto deve ser visto não como um programa de uma administração em particular, a atual por exemplo, mas de todas as que sucederem.
O paciente e o diagnóstico são bem conhecidos, não há ou não deveria haver nenhuma novidade quanto a isso.
Trata-se agora de definir o remédio e começar o tratamento.
terça-feira, 20 de outubro de 2015
A Imprensa praticamente perdeu o sentido - JORGE FURTADO
Jorge Furtado: "A imprensa praticamente perdeu o sentido"
"As redes sociais liberaram uma legião de idiotas, que sempre existiram, mas que antes ficavam quietos. Agora as pessoas publicam!", diz Jorge Furtado referindo-se à desinformação generalizada que existe dentro das redes sociais. No lançamento de seu novo longa-metragem, Real Beleza, o diretor e roteirista, autor também de O Mercado de Notícias, analisa a mídia brasileira desde o lançamento do longa.
Posted by CartaCapital on Sexta, 31 de julho de 2015
No extremo Sul, os extremos no futebol... - Marcelo Bertholdi Oxley
![]() |
| Clássico Bra-Pel (foto Diogo Sallaberry) |
O time que me preenche é o Pelotas. Sou assim desde bem novo quando ainda pegava o ônibus do Areal para ver Xoxó, Paulo Ricardo, Suca, Bruno, Gaúcho, Eugênio, Juarez (arruda), Perivaldo, Beto, dentre outros que já me fizeram feliz. Sou do tempo que o Bedeu tinha o seu pequeno quarto onde hoje funciona um banheiro, em meio à arquibancada. Já presenciei belas vitórias e tristes derrotas e assim é o futebol. Assim denominamos essa paixão que não sabemos, exatamente, de onde vem. Vivo assim e sou assim. Não vejo chance de esse amor pelo Lobão morrer e quero que o meu filho siga essa sina.
Mas, eles conseguiram. O Brasil está na elite do futebol brasileiro de 2016. Sim, elite. Seus jogos serão transmitidos em diversos canais. Possivelmente jogarão contra Vasco da Gama, Criciúma, Paraná, Goiás e Coritiba. Mesmo na turbulência de ter, ou não, um estádio, o Xavante terá o direito de disputar a série B do tão sonhado Campeonato Brasileiro. O Brasil conseguiu quase tudo que almejou em menos de cinco anos. Hoje tem o seu calendário lotado e se dá ao luxo de não disputar mais as copinhas do segundo semestre dentro do seu Estado.
Uma equipe que não possui um craque ou uma prata da casa que possa se identificar com o seu torcedor, mas tem em seu treinador um contexto arrojado, visionário e único. Um profissional pouquíssimo questionado por sua direção ou por onde passa. Fazer futebol em times da elite sempre pareceu fácil, agora realizar um trabalho dessa magnitude num time teoricamente com uma expressão menor, é para poucos. Com certeza foi preciso conciliar organização, doação, tempo e honestidade.
Mesmo torcedor apaixonado do Pelotas e trancafiado em casa desde sábado à noite, após o resultado no Ceará do meu maior rival, preciso dar-lhes os parabéns, pois eles merecem! Olhando de fora, não admitiria, se torcedor fosse, um quadro de sócios menor do que 15 mil torcedores e em dia. Para um degrau mais acima é preciso ter coragem e investir. Se quiserem um elenco competitivo é necessário pagar por isso e nesse caso, além dos novos patrocinadores, os torcedores também precisam fazer a sua parte.
Nós, do Pelotas, queremos mais que apenas patrimônio. Queremos um time competitivo e capaz de subir para a elite do gauchão de 2017. Queremos o acesso à D no Brasileirão. Precisamos estar no nível deles para aguentar as brincadeiras e revidá-las na maior paz que pelo meu lado nunca esqueci. Precisamos movimentar essa rivalidade e temo em ficar sem Bra-Pel como ficamos por anos.
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Com água pelo pescoço
![]() |
| foto Jornal do Laranjal |
Vivemos, por assim dizer com água pelo pescoço.
E cada vez mais esse quadro, pelo que se observa, mostra-se integrado ao nosso cotidiano.
Isto atinge particularmente zonas baixas e próximas do Canal Gonçalo, Arroio Pelotas e Lagoa dos Patos.
Mas afeta também zonas centrais quando não há escoamento suficiente ( e não há mais ) da água de chuvas mais fortes ( ou nem tão fortes).
A rigor não há nenhum plano mais abrangente que vise dotar Pelotas de uma proteção efetiva para estas situações.
Seria, portanto, o momento de se partir para criar este plano, um plano técnico, sem influências político-partidárias, a ser apresentado à comunidade com o compromisso de ser adotado pelos próximos governantes.
De antemão evidencia-se a urgência , entre outras medidas, de conter aterros em áreas de banhados, automaticamente cercear loteamentos nessas áreas, ativar em seu todo seu potencial um sistema de canais, racionalizar asfaltamentos ( que impermeabilizam as ruas) em ruas centrais nas quais já existe pavimentação com pedras regulares, não apenas desentupir mas atualizar a rede de bueiros, orientar novos projetos de obras para se adequarem às nossas condições climáticas.
Um plano a ser assumido por setores com isenção e conhecimentos técnicos adequados.
E a ser apresentado á comunidade e oferecido às administrações, atual e futuras.
P.R.Baptista (editor)
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
Rachel Sheherazade, musa da direita
A apresentadora que já incentivou linchamentos em suas intervenções na tv, é muito admirada pela direita brasileira.
Costuma ser muito enfática em suas intervenções, nas quais se posiciona politicamente, e sempre colocou-se ao lado do deputado Eduardo Cunha.
Com o surgimento das denúncias contra Cunha a apresentadora teria se mantido em silêncio.
Mas vamos aguardar, pode ser que se decida a falar.
Seria muito interessante saber o que tem a dizer.
Marcadores:
musa da direita,
Rachel Sheherazade
O Reinado das Águas
![]() |
| Trapiche do Laranjal - foto Jornal do Laranjal |
Trata-se de algo inevitável embora algumas obras de engenharia como diques e recursos como bombas possam servir de anteparo a consequências mais danosas e trágicas.
A Holanda nos dá um exemplo admirável de como lidar com essas situações. Afinal, com considerável parte do território abaixo do nível do mar, é justificadamente denominada Países-Baixos.
Mas são processos que vão envolver tecnologia própria e custos elevados.
A melhor prevenção vai seguir sendo respeitar a conformação de mananciais de água, de rios e lagoas, evitando aterramento de banhados e ocupação descriteriosa de margens.
A arquitetura das construções, frequentemente muito baixas, contribui também acentuadamente para o agravamento dos quadros de enchentes.
Enquanto isso, e a não ser por estas medidas que possam ser tomadas, é inevitável sofrer as consequências advindas de chuvas prolongadas ou muito fortes.
É o momento em que os serviços de socorro, especialmente às populações atingidas, torna-se vital e adquire, em muitos casos, contornos heróicos.
O ensinamento básico que se pode tirar desses fenômenos é que por pressões habitacionais nem sempre nos encontramos no lugar certo quando as águas sobem mesmo que seja, em nosso caso, alguns poucos metros.
Infelizmente essa pressão se dá por vários fatores mas costuma atingir em cheio, nessas ocasiões, as populações às quais não resta outra alternativa a não ser ocupar áreas de risco.
![]() |
| Estrada para o Pontal da Barra - foto Luana Portantiolo |
![]() |
| foto Lucio Heckheuer |
![]() |
| Veleiros Saldanha da Gama |
domingo, 11 de outubro de 2015
sábado, 3 de outubro de 2015
Cartunistas na Imprensa de Pelotas
O Jornal Diário Popular, de linha conservadora, abrigou, no entanto, dois cartunistas de grande talento e politicamente posicionados: o pelotense André Macedo, o Alma, criador da turma do Libório , e Edgar Vasques, criador entre outros personagens do Rango.
Com a saída de André Macedo e, mais recentemente, de Edgar Vasques, o jornal está órfão nesse setor.
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Avazz, golpe ou verdade ? - LUIS NASSIF
"É incrível as pessoas acreditarem na seriedade destas petições. Exercer a cidadania, provocar as mudanças no Mundo, exige muito mais esforço do que ficar na frente do computador clicando e repassando e-mails com pedido de doações. Exercer a cidadania não é ajudar a iludir as pessoas espalhando pela internet estas mensagens"
LEIA O ARTIGO >>>
LEIA O ARTIGO >>>
Marcadores:
Avazz,
golpe ou verdade - LUIS NASSIF
terça-feira, 29 de setembro de 2015
CIEPS, um Brasil sabotado
Dizia Darcy Ribeiro há 30 anos: “Ou construímos escolas ou no futuro teremos um exército de trombadinhas(menores) assaltando nas ruas”. Não deu outra. Desde 1984, nos 510 CIEPs teriam estudado cerca de 20 milhões de crianças em turno integral, que era o objetivo. Mas foram destruídos (...).
Em 24 de abril de 2002, o jornalão O Globo publicou que sete mil crianças estavam trabalhando de olheiros do tráfico nas 337 favelas na região metropolitana do Rio de Janeiro. Ganhavam 600 reais por semana.
Todos os professores que tentaram educar o povo brasileiro foram perseguidos, presos, cassados, banidos, torturados e exilados: Graciliano Ramos, Anísio Teixeira, Josué de Castro, Paulo Freire, Darcy Ribeiro, Celso Furtado, Florestan Fernandes, Décio Freitas, Manoel Maurício de Albuquerque, Sergio Buarque de Hollanda, Maria Yeda Linhares, Joel Rufino dos Santos, Milton Santos e tantos outros.
Todos os professores que tentaram educar o povo brasileiro foram perseguidos, presos, cassados, banidos, torturados e exilados: Graciliano Ramos, Anísio Teixeira, Josué de Castro, Paulo Freire, Darcy Ribeiro, Celso Furtado, Florestan Fernandes, Décio Freitas, Manoel Maurício de Albuquerque, Sergio Buarque de Hollanda, Maria Yeda Linhares, Joel Rufino dos Santos, Milton Santos e tantos outros.
Anni Ma
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
O DESAFIO ESTA LANÇADO - Clóvis Veronez
No passado, a aristocracia pelotense, abrigada nos seus lindos salões e, sob as máscaras venezianas, tripudiava de quem ficava de fora, na rua (não por acaso a mão de obra da sua riqueza e opulência).
Aqueles pobres, na maioria descendentes de escravos, eram os "pulhas", sua música, sua algazarra, seus tambores eram expressões menores da cultura, não pertenciam a sua Atenas, Veneza ou Paris importadas e alimentadas por "fetiches" mesquinhos.
Com o tempo, esse povo consolidou aqui e no Brasil, mesmo a contragosto das elites, o samba e o carnaval, como expressões maiores, na cultura nacional.
Agora, o governo municipal parece referenciar-se no pensamento aristocrático que alimenta o mito de uma "Atenas Cultural", para excluir das suas prioridades na área da cultura, os "pulhas" e sua algazarra na festa popular.
O tema merece toda atenção e o poder público precisa ser cobrado por essa atitude, repassar valores as entidades sem oferecer estrutura para realização dos desfiles parece, no mínimo, irresponsabilidade.
Diante do descomprometimento governamental, cabe as entidades e aos ativistas da área da cultura a proposição de uma pauta, que encaminhe inicialmente a viabilização de condições mínimas para a realização do evento em 2016 e, logo após, uma discussão de "fôlego" sobre o MODELO conveniente ao desenvolvimento dos fatores culturais, estéticos e econômicos do carnaval em Pelotas.
Atrevo-me a afirmar que, tal modelo não deve tomar por base o carnaval do Rio de Janeiro, mas buscar na evolução de sua raiz histórica a fonte de inspiração para, criativamente, reinventá-lo, agregando valor a sua cadeia produtiva e direcionando vistas ao seu desenvolvimento sustentável, como produto.
Aqueles pobres, na maioria descendentes de escravos, eram os "pulhas", sua música, sua algazarra, seus tambores eram expressões menores da cultura, não pertenciam a sua Atenas, Veneza ou Paris importadas e alimentadas por "fetiches" mesquinhos.
Com o tempo, esse povo consolidou aqui e no Brasil, mesmo a contragosto das elites, o samba e o carnaval, como expressões maiores, na cultura nacional.
Agora, o governo municipal parece referenciar-se no pensamento aristocrático que alimenta o mito de uma "Atenas Cultural", para excluir das suas prioridades na área da cultura, os "pulhas" e sua algazarra na festa popular.
O tema merece toda atenção e o poder público precisa ser cobrado por essa atitude, repassar valores as entidades sem oferecer estrutura para realização dos desfiles parece, no mínimo, irresponsabilidade.
Diante do descomprometimento governamental, cabe as entidades e aos ativistas da área da cultura a proposição de uma pauta, que encaminhe inicialmente a viabilização de condições mínimas para a realização do evento em 2016 e, logo após, uma discussão de "fôlego" sobre o MODELO conveniente ao desenvolvimento dos fatores culturais, estéticos e econômicos do carnaval em Pelotas.
Atrevo-me a afirmar que, tal modelo não deve tomar por base o carnaval do Rio de Janeiro, mas buscar na evolução de sua raiz histórica a fonte de inspiração para, criativamente, reinventá-lo, agregando valor a sua cadeia produtiva e direcionando vistas ao seu desenvolvimento sustentável, como produto.
Marcadores:
O DESAFIO ESTA LANÇADO - Clóvis Veronez
EDUCAÇÃO INFANTIL: ONDE E PARA QUEM? - Clóvis Veronez
Há, sempre, que se saudar investimentos na área da educação, especialmente, se voltados a educação infantil. No entanto, o anúncio de compra do prédio e da inauguração, já em 2016, de uma escola modelo para educação infantil, situada numa área - talvez a mais valorizada da cidade, com recursos próprios da prefeitura, me faz refletir sobre os aspectos que seguem.
Segundo matéria do Diário Popular no dia 2 de setembro de 2015 e com informações da própria Prefeitura “Pelo menos 2.287 vagas precisarão ser criadas até o começo do ano na rede municipal de Educação Infantil em Pelotas. É a demanda reprimida reconhecida, hoje, pelo governo para atender a legislação. A partir de janeiro, todas as crianças de quatro e cinco anos de idade devem estar na escola, como estabelece o Plano Nacional de Educação. Simulações feitas pela reportagem, entretanto, apontam que o número pode saltar e ultrapassar a necessidade de mais quatro mil vagas, mesmo contabilizados os estudantes absorvidos pela rede privada.
Segundo o mesmo Jornal, um levantamento - a ser concluído neste mês - deverá indicar onde serão gerados os espaços. Cinco grupos de estudo, organizados por regiões da cidade, analisam a estrutura de todas as instituições - inclusive as de Ensino Fundamental - e verificam a possibilidade de aproveitar ambientes e instituir Pré-Escola onde não existe. Uma sexta equipe da Secretaria de Educação e Desporto (Smed) centra o foco nas plantas baixas das 88 escolas para identificar onde poderiam ser desencadeadas ampliações - explica a assessora de Programas Educacionais, Alice Szezepanski.
Mais adiante a informação de que: a retomada das obras das cinco escolas novas que começaram a ser construídas e pararam no alicerce ainda não ocorreu. Já são nove meses de interrupção. A empresa paranaense MVC Componentes Plásticos descumpriu o acordado com a prefeitura e não retornou ao trabalho durante o mês de agosto. A estimativa de que as instituições pudessem ser inauguradas em março pode ser comprometida. Para a construção das outras nove, a perspectiva é ainda pior: os projetos sequer saíram do papel; um outro processo licitatório terá de definir quem irá responder pelas obras.
Por isso, a urgência em abrir o período de inscrições, para que o Executivo consiga ter um desenho concreto da realidade que, com certeza, não irá impactar apenas em área física. É preciso ter profissionais à disposição, material didático apropriado e espaços adaptados para absorver a criançada.
Nas comunidades, o retrato é de abandono. Areia e brita furtadas, armações de ferro retorcidas e rastros de alimentação e sujeira em contêineres que deveriam servir de sede a operários. Uma deterioração que se agrava, como o Diário Popular pôde conferir na vila Farroupilha e no Residencial Eldorado, ao voltar aos locais. Em Monte Bonito, no 9º distrito, servidores da Escola João da Silva Silveira acompanharam os sacos de cimento ficarem jogados na grama, após um dos depósitos da obra - que deve dar origem à nova instituição infantil - ter sido desocupado nos últimos dias. “Ficamos com pena que isto esteja acontecendo. Será um gasto dobrado e um tempo maior até que a nova escola, erguida ao lado da nossa, esteja pronta”, lamenta a orientadora educacional Maria Venilda Lopes.
Diante da situação do ensino infantil, expostos na matéria, é importante questionar:
1- Que tipo de indicadores levou a prefeitura a definir a abertura (com recursos próprios) de uma escola “diferenciada” tanto na estrutura física, quanto na qualidade dos serviços que deve prestar, em zona tão nobre da cidade?
2- A que demanda especifica por vagas a escola atenderá no quadrante em que se localiza?
3- Com que critérios serão preenchidas as vagas?
4- Como será atendida a demanda reprimida, especialmente nos bairros e zona rural e, com que prazo?
Segundo matéria do Diário Popular no dia 2 de setembro de 2015 e com informações da própria Prefeitura “Pelo menos 2.287 vagas precisarão ser criadas até o começo do ano na rede municipal de Educação Infantil em Pelotas. É a demanda reprimida reconhecida, hoje, pelo governo para atender a legislação. A partir de janeiro, todas as crianças de quatro e cinco anos de idade devem estar na escola, como estabelece o Plano Nacional de Educação. Simulações feitas pela reportagem, entretanto, apontam que o número pode saltar e ultrapassar a necessidade de mais quatro mil vagas, mesmo contabilizados os estudantes absorvidos pela rede privada.
Segundo o mesmo Jornal, um levantamento - a ser concluído neste mês - deverá indicar onde serão gerados os espaços. Cinco grupos de estudo, organizados por regiões da cidade, analisam a estrutura de todas as instituições - inclusive as de Ensino Fundamental - e verificam a possibilidade de aproveitar ambientes e instituir Pré-Escola onde não existe. Uma sexta equipe da Secretaria de Educação e Desporto (Smed) centra o foco nas plantas baixas das 88 escolas para identificar onde poderiam ser desencadeadas ampliações - explica a assessora de Programas Educacionais, Alice Szezepanski.
Mais adiante a informação de que: a retomada das obras das cinco escolas novas que começaram a ser construídas e pararam no alicerce ainda não ocorreu. Já são nove meses de interrupção. A empresa paranaense MVC Componentes Plásticos descumpriu o acordado com a prefeitura e não retornou ao trabalho durante o mês de agosto. A estimativa de que as instituições pudessem ser inauguradas em março pode ser comprometida. Para a construção das outras nove, a perspectiva é ainda pior: os projetos sequer saíram do papel; um outro processo licitatório terá de definir quem irá responder pelas obras.
Por isso, a urgência em abrir o período de inscrições, para que o Executivo consiga ter um desenho concreto da realidade que, com certeza, não irá impactar apenas em área física. É preciso ter profissionais à disposição, material didático apropriado e espaços adaptados para absorver a criançada.
Nas comunidades, o retrato é de abandono. Areia e brita furtadas, armações de ferro retorcidas e rastros de alimentação e sujeira em contêineres que deveriam servir de sede a operários. Uma deterioração que se agrava, como o Diário Popular pôde conferir na vila Farroupilha e no Residencial Eldorado, ao voltar aos locais. Em Monte Bonito, no 9º distrito, servidores da Escola João da Silva Silveira acompanharam os sacos de cimento ficarem jogados na grama, após um dos depósitos da obra - que deve dar origem à nova instituição infantil - ter sido desocupado nos últimos dias. “Ficamos com pena que isto esteja acontecendo. Será um gasto dobrado e um tempo maior até que a nova escola, erguida ao lado da nossa, esteja pronta”, lamenta a orientadora educacional Maria Venilda Lopes.
Diante da situação do ensino infantil, expostos na matéria, é importante questionar:
1- Que tipo de indicadores levou a prefeitura a definir a abertura (com recursos próprios) de uma escola “diferenciada” tanto na estrutura física, quanto na qualidade dos serviços que deve prestar, em zona tão nobre da cidade?
2- A que demanda especifica por vagas a escola atenderá no quadrante em que se localiza?
3- Com que critérios serão preenchidas as vagas?
4- Como será atendida a demanda reprimida, especialmente nos bairros e zona rural e, com que prazo?
Política do Asfalto - P.R.Baptista
Noticiado que está projetado estender o asfaltamento da rua Tiradentes.
Trata-se de um trecho com paralelepípedo regular que existe há décadas com baixo custo de manutenção.
Apresenta desníveis em razão do longo tempo sem cuidados e de intervenções promovidas pela própria Prefeitura.
Não é um trecho de tráfego particularmente intenso e certamente não seria prioridade.
Asfaltar significa, conforme se observa por toda a cidade, dispendiosa e permanente manutenção e agravar o quadro de alagamentos que caracteriza aquela zona.
A notícia, no entanto, não chega a ser surpresa pois, no governo anterior, havia previsão de asfaltar a rua Santa Tecla, com recursos intermediados pelo deputado Marroni, que tem também pavimentação com pedras regulares, aliás uma das melhores existentes.
Parece que esse projeto foi adiado mas, a julgar por esta linha de pensamento, deve voltar.
É a "política do asfalto" que ajuda a eleger candidatos e tem levado a pavimentar até passarelas pela cidade inteira para carnavais itinerantes.
A última foi na zona do Porto em frente ao portão principal e, a julgar pelo anúncio de abandono do evento por parte da Prefeitura, será mais uma peça arqueológica da cidade.
Na foto podemos ver a primeira dessas passarelas, no coração do centro histórico, autorizada pelo prefeito Bernardo de Souza.
Agora, no orçamento de 1 milhão para o "ajardinamento" da praça, consta estar incluído o custo com a obra de retirar o asfalto.
Enquanto isso em inúmeros pontos nos bairros, em percursos de transporte coletivo, prevalecem trechos de chão batido.
Trata-se de um trecho com paralelepípedo regular que existe há décadas com baixo custo de manutenção.
Apresenta desníveis em razão do longo tempo sem cuidados e de intervenções promovidas pela própria Prefeitura.
Não é um trecho de tráfego particularmente intenso e certamente não seria prioridade.
Asfaltar significa, conforme se observa por toda a cidade, dispendiosa e permanente manutenção e agravar o quadro de alagamentos que caracteriza aquela zona.
A notícia, no entanto, não chega a ser surpresa pois, no governo anterior, havia previsão de asfaltar a rua Santa Tecla, com recursos intermediados pelo deputado Marroni, que tem também pavimentação com pedras regulares, aliás uma das melhores existentes.
Parece que esse projeto foi adiado mas, a julgar por esta linha de pensamento, deve voltar.
É a "política do asfalto" que ajuda a eleger candidatos e tem levado a pavimentar até passarelas pela cidade inteira para carnavais itinerantes.
A última foi na zona do Porto em frente ao portão principal e, a julgar pelo anúncio de abandono do evento por parte da Prefeitura, será mais uma peça arqueológica da cidade.
Na foto podemos ver a primeira dessas passarelas, no coração do centro histórico, autorizada pelo prefeito Bernardo de Souza.
Agora, no orçamento de 1 milhão para o "ajardinamento" da praça, consta estar incluído o custo com a obra de retirar o asfalto.
Enquanto isso em inúmeros pontos nos bairros, em percursos de transporte coletivo, prevalecem trechos de chão batido.
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Um Tiro - P.R.Baptista
Hoje é um dia importante da vida brasileira.
Na novela Verdades Secretas de Alcyr Carrasco, Carolina ( Drica Moraes) encontra o marido Alex ( Rodrigo Lombardi) na cama com a filha Angel ( Camia Queiroz).
Como diz, intimamente já sabia do romance entre os dois mas não queria admitir.
Agora está vendo, não pode mais ignorar o que o país inteiro tinha conhecimento.
São os recursos da criação.
O leitor ( ou o espectador) frequentemente tem dos enredos um conhecimento que foge aos personagens.
Mas na novela, nesse momento, personagens e espectadores se encontram.
No penúltimo capítulo, o de ontem, Carolina toma um revólver (por isso nunca tenha um revólver ao alcance dentro de casa) e entra no quarto onde marido e filha estão abraçados.
Antes ainda tem tempo de ouvir ele dizer para a filha que a ama.
Com o revólver nas mãos, apontando ora para um lado , ora para o outro, parece escolher em quem vai atirar primeiro.
Ou se não vai atirar nos dois.
Numa novela que abordou duma vez só vários pontos que costumavam aparecer por partes, em doses muito medidas (prostituição, drogas, sexo, etc.) ficou destinado para o final , costurado ao longo de quase toda a novela, um tema que não era muito comum.
O incesto.
Embora Alex não seja pai biológico, seja seu padrasto, essa é a questão de fundo.
A traição dentro da família.
Hoje, portanto, a Rede Globo, aposta suas fichas numa grande audiência.
Como nossa Hollywood brasileira investe como tábua de salvação, à falta de jornalismo sério, numa programação que da tarde à noite apresenta novelas.
E no encerramento de Verdades Secretas aposta na direção da bala que vai ser disparada.
O tiro tem que ser certeiro.
Na mente do roteirista ele já foi dado.
Entre o elenco já se sabe quem vai ser atingido porque a cena já foi filmada.
O que deve ser,então, considerado é que do ponto de vista exatamente literário da criação a novela só pode ter um desfecho.
O castigo que Alex e Angel podem merecer não é a morte.
Deve ser uma pena que carreguem pelo resto da vida e para a qual não tenham perdão.
Devem portanto seguir vivos, cada um em seu canto, amargando sua condenação que é justamente de permanecerem vivos.
O tiro deve, assim, retirar da cena quem não teria condições de suportar a revelação.
Não vejo necessidade, portanto, de ver o último capítulo para saber o desfecho.
Ele já é conhecido.
Na novela Verdades Secretas de Alcyr Carrasco, Carolina ( Drica Moraes) encontra o marido Alex ( Rodrigo Lombardi) na cama com a filha Angel ( Camia Queiroz).
Como diz, intimamente já sabia do romance entre os dois mas não queria admitir.
Agora está vendo, não pode mais ignorar o que o país inteiro tinha conhecimento.
São os recursos da criação.
O leitor ( ou o espectador) frequentemente tem dos enredos um conhecimento que foge aos personagens.
Mas na novela, nesse momento, personagens e espectadores se encontram.
No penúltimo capítulo, o de ontem, Carolina toma um revólver (por isso nunca tenha um revólver ao alcance dentro de casa) e entra no quarto onde marido e filha estão abraçados.
Antes ainda tem tempo de ouvir ele dizer para a filha que a ama.
Com o revólver nas mãos, apontando ora para um lado , ora para o outro, parece escolher em quem vai atirar primeiro.
Ou se não vai atirar nos dois.
Numa novela que abordou duma vez só vários pontos que costumavam aparecer por partes, em doses muito medidas (prostituição, drogas, sexo, etc.) ficou destinado para o final , costurado ao longo de quase toda a novela, um tema que não era muito comum.
O incesto.
Embora Alex não seja pai biológico, seja seu padrasto, essa é a questão de fundo.
A traição dentro da família.
Hoje, portanto, a Rede Globo, aposta suas fichas numa grande audiência.
Como nossa Hollywood brasileira investe como tábua de salvação, à falta de jornalismo sério, numa programação que da tarde à noite apresenta novelas.
E no encerramento de Verdades Secretas aposta na direção da bala que vai ser disparada.
O tiro tem que ser certeiro.
Na mente do roteirista ele já foi dado.
Entre o elenco já se sabe quem vai ser atingido porque a cena já foi filmada.
O que deve ser,então, considerado é que do ponto de vista exatamente literário da criação a novela só pode ter um desfecho.
O castigo que Alex e Angel podem merecer não é a morte.
Deve ser uma pena que carreguem pelo resto da vida e para a qual não tenham perdão.
Devem portanto seguir vivos, cada um em seu canto, amargando sua condenação que é justamente de permanecerem vivos.
O tiro deve, assim, retirar da cena quem não teria condições de suportar a revelação.
Não vejo necessidade, portanto, de ver o último capítulo para saber o desfecho.
Ele já é conhecido.
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Aumento de Impostos : Deputado Catarina se justifica
![]() |
| foto Marcelo Bertani |
Temos hoje, aqui no Rio Grande do Sul, um debate que não pode ser tomado de forma isolada.
Todos sabemos a situação que o atual governo herdou: uma dívida imensa e que só faz aumentar. Um déficit que nos engessa. E, para piorar, um cenário de crise que se agrava cada vez mais.
Nacionalmente, o cenário não é tão diferente.
Uma grave crise toma conta do país.
A herança de Dilma, porém, é dela e de Lula. São 12 anos de gestão do PT. Aqui no RS, não. Portanto, já há uma clara diferença.
O Rio Grande do Sul, diferente do Brasil, vive uma crise gerada por décadas de administrações que apenas criaram despesas e não receitas.
Mais, a presidente Dilma não é solidária com os gaúchos e jpa bloqueou por duas vezes nossas contas. Logo ela, que prometeu, em plena campanha, renegociar as dívidas dos Estados. Nós, gaúchos, esperávamos por essa negociação. Mas tudo segue no papel. E seguirá por muito tempo.
Diferente do RS, o Brasil vive uma realidade inventada! Até novembro não tínhamos inflação, não tínhamos crise, não tínhamos nenhum problema. Foi só a eleição passar, que toda essa realidade surgiu? É o que tentam nos impor alguns defensores do governo Dilma.
Quero, então, fazer uma reflexão aqui "
SEGUE >>> ( com comentários)
VEJA O VIDEO >>>
Subsídios para o Debate entre as Entidades e o Poder Público sobre o Carnaval - Clóvis Veronez
No momento que presenciamos a tomada de decisão unilateral do governo Municipal descomprometendo-se com o evento Carnaval de pelotas, considero importante a consideração das seguintes questões:
O carnaval é apontado como o PRINCIPAL PRODUTO CULTURAL BRASILEIRO em diversos estudos que avaliam tendências e oportunidades regionais. Entre os principais destaques - relacionados diretamente com o tema ECONOMIA DO CARNAVAL - estão a capacidade que possui o evento para tem para gerar emprego e renda; promover pesquisas científicas; realizar negócios; e fortalecer a economia.
Quem se aprofundar minimamente sobre o tema constatará que as comunidades do samba nada devem ao poder público. Os governos municipal, estadual e federal que devem oferecer às comunidades, que realizam o carnaval, no mínimo, a infraestrutura adequada, alem é claro, de atuarem como motivadores da sua auto organização e constante aprimoramento estético
Estética (do grego aisthésis: percepção, sensação, sensibilidade) é um ramo da filosofia que tem por objetivo o estudo da natureza da beleza e dos fundamentos da arte)
Segue, abaixo, itens que julgo importantes numa ampla agenda de trabalho que reúna o poder público e as organizações (entidades) com relação a construção de uma debate que mire o desenvolvimento das manifestações populares, em especifico, o carnaval.
1. Valorização dos desfiles técnicos das escolas de samba e em arena adequada. Auxiliar o melhor desenvolvimento desse produto para aumentar as possibilidades de receita adicional. Além dos desfiles, os barracões das respectivas agremiações.
2. Auxiliar o desenvolvimento do perfil turístico que a Cidade, por suas características histórico culturais, potencialmente pode desempenhar, por exemplo, o projeto de um museu temático do carnaval em pelotas;
3. Valorização dos desfiles da vasta gama de categorias, muito especialmente as bandas, envolvidas no carnaval de pelotas. Em particular, é importante dar apoio para criação de espaços alternativos integrados ao centro histórico.
4. Projeto de investimento da Prefeitura na construção da Cidade do Samba e dos tambores (arena ou teatro dos desfiles)
5. Discussões em torno da elaboração da Escola de Carnaval e de outras medidas de estímulo à profissionalização, como maior participação no programa de empreendedor individual. Por exemplo, recomenda-se a criação de cadastro da mão de obra envolvida na Cadeia Produtiva do Carnaval;
6. Consolidar a ideia que o Carnaval é um “centro de pesquisa” poderoso. Recomenda-se criar um prêmio em conjunto com outras ações de coordenação para estimular teses acadêmicas e pesquisa científicas, assim aprofundando o olhar da sociedade sobre a importância do tema.
8. Avanço em um plano de ação e planejamento mais organizado para reduzir sazonalidade e dividir melhor as atividades por todo ano (atualmente, as atividades são concentradas do final de um ano ao começo do seguinte). Uma questão fundamental é buscar antecipar os repasses de recursos da Prefeitura.
9. Capacidade de incorporar de forma adequada elementos positivos do mundo dos negócios, como patrocínios e merchandising de grandes marcas. Isso é fundamental para reduzir a dependência de recursos públicos para sustentação da atividade.
O carnaval é apontado como o PRINCIPAL PRODUTO CULTURAL BRASILEIRO em diversos estudos que avaliam tendências e oportunidades regionais. Entre os principais destaques - relacionados diretamente com o tema ECONOMIA DO CARNAVAL - estão a capacidade que possui o evento para tem para gerar emprego e renda; promover pesquisas científicas; realizar negócios; e fortalecer a economia.
Quem se aprofundar minimamente sobre o tema constatará que as comunidades do samba nada devem ao poder público. Os governos municipal, estadual e federal que devem oferecer às comunidades, que realizam o carnaval, no mínimo, a infraestrutura adequada, alem é claro, de atuarem como motivadores da sua auto organização e constante aprimoramento estético
Estética (do grego aisthésis: percepção, sensação, sensibilidade) é um ramo da filosofia que tem por objetivo o estudo da natureza da beleza e dos fundamentos da arte)
Segue, abaixo, itens que julgo importantes numa ampla agenda de trabalho que reúna o poder público e as organizações (entidades) com relação a construção de uma debate que mire o desenvolvimento das manifestações populares, em especifico, o carnaval.
1. Valorização dos desfiles técnicos das escolas de samba e em arena adequada. Auxiliar o melhor desenvolvimento desse produto para aumentar as possibilidades de receita adicional. Além dos desfiles, os barracões das respectivas agremiações.
2. Auxiliar o desenvolvimento do perfil turístico que a Cidade, por suas características histórico culturais, potencialmente pode desempenhar, por exemplo, o projeto de um museu temático do carnaval em pelotas;
3. Valorização dos desfiles da vasta gama de categorias, muito especialmente as bandas, envolvidas no carnaval de pelotas. Em particular, é importante dar apoio para criação de espaços alternativos integrados ao centro histórico.
4. Projeto de investimento da Prefeitura na construção da Cidade do Samba e dos tambores (arena ou teatro dos desfiles)
5. Discussões em torno da elaboração da Escola de Carnaval e de outras medidas de estímulo à profissionalização, como maior participação no programa de empreendedor individual. Por exemplo, recomenda-se a criação de cadastro da mão de obra envolvida na Cadeia Produtiva do Carnaval;
6. Consolidar a ideia que o Carnaval é um “centro de pesquisa” poderoso. Recomenda-se criar um prêmio em conjunto com outras ações de coordenação para estimular teses acadêmicas e pesquisa científicas, assim aprofundando o olhar da sociedade sobre a importância do tema.
8. Avanço em um plano de ação e planejamento mais organizado para reduzir sazonalidade e dividir melhor as atividades por todo ano (atualmente, as atividades são concentradas do final de um ano ao começo do seguinte). Uma questão fundamental é buscar antecipar os repasses de recursos da Prefeitura.
9. Capacidade de incorporar de forma adequada elementos positivos do mundo dos negócios, como patrocínios e merchandising de grandes marcas. Isso é fundamental para reduzir a dependência de recursos públicos para sustentação da atividade.
terça-feira, 22 de setembro de 2015
O Enredo do Prefeito não dá Samba - Clóvis Veronez
![]() |
| Rainha e princesas do Carnaval com o Prefeito e Vice-Prefeita |
Que o governo municipal não dá a menor importância para a cultura e suas manifestações, todos sabem.
No máximo, alimenta privilégios de poucos alinhados históricos.
Os governos de Fetter e Eduardo Leite tornaram as movimentos artístico-culturais, em todas as suas áreas, em fantasmas cambaleantes.
Agora, justo no momento em que as entidades carnavalescas reorganizam-se com vistas ao aprimoramento dos desfiles, o prefeito anuncia que não tem condições de dotar a festa popular da estrutura necessária e, sem noção, propõe como alternativa, desfiles descentralizados, o que não faz um minimo sentido, se tomarmos como referencia a cultura carnavalesca local.
É preciso discutir alternativas quanto ao modelo, ao tipo de arena, a sustentabilidade, valorização de raízes e outros fatores envoltos no carnaval de Pelotas.
No entanto, simplesmente eximir-se da tarefa, como fez ao longo da gestão ou transferir a responsabilidade, como fez agora, é apostar na desorganização da qual tem enorme cota de responsabilidade.
O tiro pode sair pela culatra.
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Impeachment - Não se fazem golpes como antigamente
No campo político, Nobre vê “perda de paciência” com a incapacidade do PSDB de resolver seu racha interno.
Os presidenciáveis tucanos Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin têm posições diferentes.
Aos dois primeiros, convém a queda de Dilma.
Serra sonha em ser protagonista em um governo Temer, enquanto Aécio quer nova eleição para chegar ao Planalto.
Para Alckmin, melhor mesmo é esperar por eleições normais em 2018.
Os presidenciáveis tucanos Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin têm posições diferentes.
Aos dois primeiros, convém a queda de Dilma.
Serra sonha em ser protagonista em um governo Temer, enquanto Aécio quer nova eleição para chegar ao Planalto.
Para Alckmin, melhor mesmo é esperar por eleições normais em 2018.
MARCHA DOS "HURGADORES" (CATADORES) EM MONTEVIDÉU
Os "hurgadores", catadores de lixo que empregam carroças, promovem marcha e protesto contra a medida que pretende impedir sua circulação. O protesto durou quase 3 horas , afetou o trânsito nas zonas do Palacio Legislativo, 18 de Julio, Ciudad Vieja e Intendencia.
A notícia não é recente mas demonstra como essa questão afeta uma cidade do porte de Montevidéu.
VER A REPORTAGEM
Viviane Mosé - "A crise brasileira não tem contexto, as pessoas não tem informação"
Em entrevista para Observatório da Imprensa a filósofa Viviane Mosé critica a maneira como a imprensa noticia os desdobramentos da crise brasileira e os impactos de outras crises mundiais no Brasil.
Segundo ela a "crise brasileira não tem contexto.
As pessoas não tem informação.
A imprensa não mostra a realidade.
sábado, 19 de setembro de 2015
Paris no tempo das charretes
Je vous recommande cette vidéo d'une qualité exceptionnelle de Paris en 1920
Posted by Jean Claude Vasseur on Sexta, 18 de setembro de 2015
No início do século vinte 74 milhões de cavalos viviam sobre a Terra dos quais perto de 3 milhões na França,
Cada manhã as ruas de Paris contavam perto de 80 mil cavalos que transitavam em evoluções indescritíveis.
domingo, 13 de setembro de 2015
Depoimentos a respeito da Casa Azul e a reserva técnica do Museu da Baronesa
Mariana Boujadi
Formanda em Museologia
Realmente muito triste o descaso que a prefeitura está tendo com o patrimônio da cidade.
Saiu uma nota no Diário Popular (dia 30/08) comentando que o Museu da Baronesa irá perder a reserva técnica da Vila Stela (Casa Azul) onde localiza-se a maior parte do acervo em reserva do museu.
Aparentemente irão se mudar para o local duas secretarias que disseram que a "casa azul" não estava sendo usada para nada, apenas como um depósito de coisas. Quem visitou a reserva sabe que ela está longe de ser o ideal, mas com certeza é muito mais adequada do que a antiga reserva do museu que ficava em uma sala de 50 metros, incapaz de abrigar, mesmo que minimamente, o acervo de forma a não danificá-lo e que de tanta umidade verte água pela parede no inverno.
Temos que no mínimo, tornar esse descaso público!
Se irão tirar essa reserva para ceder o espaço a secretarias, que ao menos tragam uma solução para a reserva técnica do museu que guarda acervo referente a (uma certa) história da cidade, que está longe de ser um depósito...
Noris Leal
Professora do bacharelado em museologia da UFPel - Doutoranda em Memória Social e Patrimônio Cultural
O Museu da Baronesa sofre do descaso de pessoas irresponsáveis. A Casa Azul pertence ao Museu, a área foi doada pela família Antunes Maciel para ser Museu e não secretarias! Era para uso da população! Enquanto se gasta milhões com um futuro museu, se esquece o outro que conta uma parte da história de Pelotas, com ressalvas ou não sobre a forma que a história ali é contada, não podemos deixar que mais esta barbaridade aconteça. A CASA AZUL É DO MUSEU DA BARONESA!
Infelizmente desconsideram-se sempre os técnicos, aqueles que estudaram para fazer. A atual reserva técnica foi uma conquista a duras penas dos técnicos do museu conservadores, museólogos, melhoraram a antiga que só foi montada no lugar que estava pois a principio não tinha outro lugar depois de muitos anos o Museu retomou a Casa Azul para chegar em condições de guarda de seu acervo. Apesar de gastos que a prefeitura fez para esta mudança, basta a vontade de um dos CCs da prefeitura e se desmancha tudo, mesmo que isto va prejudicar o acervo. Agora pergunto porque esta secretaria que querem colocar na casa azul não vai para o prédio vazo que esta sendo alugado pela prefeitura há muito tempo? Por que tem que ser na Casa Azul? Qual a resposta técnica para desalojar a reserva técnica de um museu? As pessoas que querem fazer isto conhecem a lei federal 11.904?
Para quem não sabe o que é uma reserva técnica de museu : "Termo que opõe-se ao de depósito, define um conjunto de áreas com atividades distintas e espacialmente interligadas, com características próprias de segurança, iluminação e climatização, destinado a armazenar o acervo museológico não exposto ou em transito em condições adequadas de conservação, segurança e fácil acessibilidade. Espaço que tem a função primordial de guarda do acervo. Portanto, precauções especiais quanto a sua localização, proteção contra roubo e incêndio e condições ambientais precisam ser rigorosamente seguidas. Nos museus presta-se pouca atenção aos lugares de guarda das peças do acervo. Erro grave este, já que a experiência indica que são muitos os danos ocasionados nas coleções pelo inadequado projeto da área definida para servir como reserva técnica.
A importância da reserva técnica, é fundamental, é nesta área em que as coleções ficam por períodos mais prolongados de tempo. De fato, é a reserva o lugar onde se inician e terminam todas as operações e movimentos de peças, desde seu ingresso na institução até sua ida para a exposição. "
Éder Oliveira
Bacharel em Museologia formado pela UFPel em 2010. Museólogo do Museu Antropológico Diretor Pestana - UNIJUÍ.
O interessante nisso tudo é refletir sobre o fato de usar a casa azul para abrigar secretarias ao mesmo tempo em que despejam a reserva técnica, sem levar em consideração o aluguel pago de prédios parados e vazios, como o antigo supermercado da coopebra na rua Lobo da Costa. Praticamente desde o início da atual gestão o contrato de aluguel foi firmado e nenhuma utilidade prática foi dada ao prédio. Sem deixar esquecer o fato do no mínimo polêmico projeto museu ultra high-tech que mais parece um cinema sem cadeiras, repleto de falhas conceituais e sendo conduzido por uma equipe irregular profissionalmente (sem registro no COREM ou COFEM). Querem fazer um museu sem sequer considerar as carências da instituição que já existe é no mínimo despreparo, para não dizer burrice. Confirmo sem sombra de dúvida que as pessoas que tomaram esta decisão detêm um meritório diploma de burrice cursado na escola da professora vesga (mito popular sobre a educação completamente falha) dada a afirmação de que a casa azul é "um depósito de coisas". Fazer um museu(?) trabalhando na destruição de outro já existente é, como diz Gregório Duduvier "limpar o chão com bosta".
Por mais que a questão cultural careça de reflexões mais profundas é inadmissível conceber a idéia de dilapidação da infraestrutura de um museu que já existe há anos. Por mais que ele trate de (uma certa) história, como frisou muito bem Mariana Boujadi, o museu antes carregado nas costas pelo Museologia da UFPel, sem desmerecer o curso de História e Conservação e Restauro que também colaboraram muito, faziam todo o possível com escassos recursos e lidando com personalidades tacanhas e metodologias ultrapassadas. É primordial que as intervenções e projetos não sejam somente escalofobéticos e purpurinados para "inglês ver". Uma intervenção/iniciativa valorosa não se qualifica pelo vulto/impacto visual e sim pelo caráter conceitual. Não é o cerne da questão debater, neste momento analisando a postura , de falta de disposição em ouvir um parecer técnico com respaldo de anos de estudo e dedicação. Claro que deve ser discutida a filosofia de trabalho que norteia esta administração cultural desastrosa, mas a questão expressa nas linhas do post reflete que é a falta de tato e conhecimento sobre o que fazer e como proceder. Chamar uma reserva técnica de depósito de coisas é ultrajante. Fazer um projeto de um novo museu para a cidade descartando o produto de esforço de anos e equipes dedicadas a conquistar um espaço melhor para abrigar o acervo do museu é certamente fruto de uma filosofia da administração municipal pobre e desconhecedora dos paradigmas da área. Ridículo. Precisamos de revisão filosófica? Evidente que sim. Faço minhas as palavras da Noris reafirmando toda a inexistência de conhecimento sobre o que se pretende fazer. Fazem e pronto? Coisa lamentável advinda da escola da professora vesga mesmo!
-.-.-.-.-.-.-.-.-.-
DISCUSSÃO MANTIDA NO FACEBOOK
1) https://www.facebook.com/groups/890827434266040/permalink/1147550921927022/
2) https://www.facebook.com/groups/890827434266040/permalink/1148473318501449/
3)https://www.facebook.com/noris.leal.18/posts/541430566022277
Formanda em Museologia
Realmente muito triste o descaso que a prefeitura está tendo com o patrimônio da cidade.
Saiu uma nota no Diário Popular (dia 30/08) comentando que o Museu da Baronesa irá perder a reserva técnica da Vila Stela (Casa Azul) onde localiza-se a maior parte do acervo em reserva do museu.
Aparentemente irão se mudar para o local duas secretarias que disseram que a "casa azul" não estava sendo usada para nada, apenas como um depósito de coisas. Quem visitou a reserva sabe que ela está longe de ser o ideal, mas com certeza é muito mais adequada do que a antiga reserva do museu que ficava em uma sala de 50 metros, incapaz de abrigar, mesmo que minimamente, o acervo de forma a não danificá-lo e que de tanta umidade verte água pela parede no inverno.Temos que no mínimo, tornar esse descaso público!
Se irão tirar essa reserva para ceder o espaço a secretarias, que ao menos tragam uma solução para a reserva técnica do museu que guarda acervo referente a (uma certa) história da cidade, que está longe de ser um depósito...
Noris Leal
Professora do bacharelado em museologia da UFPel - Doutoranda em Memória Social e Patrimônio Cultural
Para quem não sabe o que é uma reserva técnica de museu : "Termo que opõe-se ao de depósito, define um conjunto de áreas com atividades distintas e espacialmente interligadas, com características próprias de segurança, iluminação e climatização, destinado a armazenar o acervo museológico não exposto ou em transito em condições adequadas de conservação, segurança e fácil acessibilidade. Espaço que tem a função primordial de guarda do acervo. Portanto, precauções especiais quanto a sua localização, proteção contra roubo e incêndio e condições ambientais precisam ser rigorosamente seguidas. Nos museus presta-se pouca atenção aos lugares de guarda das peças do acervo. Erro grave este, já que a experiência indica que são muitos os danos ocasionados nas coleções pelo inadequado projeto da área definida para servir como reserva técnica.
A importância da reserva técnica, é fundamental, é nesta área em que as coleções ficam por períodos mais prolongados de tempo. De fato, é a reserva o lugar onde se inician e terminam todas as operações e movimentos de peças, desde seu ingresso na institução até sua ida para a exposição. "
Éder Oliveira
Bacharel em Museologia formado pela UFPel em 2010. Museólogo do Museu Antropológico Diretor Pestana - UNIJUÍ.
Por mais que a questão cultural careça de reflexões mais profundas é inadmissível conceber a idéia de dilapidação da infraestrutura de um museu que já existe há anos. Por mais que ele trate de (uma certa) história, como frisou muito bem Mariana Boujadi, o museu antes carregado nas costas pelo Museologia da UFPel, sem desmerecer o curso de História e Conservação e Restauro que também colaboraram muito, faziam todo o possível com escassos recursos e lidando com personalidades tacanhas e metodologias ultrapassadas. É primordial que as intervenções e projetos não sejam somente escalofobéticos e purpurinados para "inglês ver". Uma intervenção/iniciativa valorosa não se qualifica pelo vulto/impacto visual e sim pelo caráter conceitual. Não é o cerne da questão debater, neste momento analisando a postura , de falta de disposição em ouvir um parecer técnico com respaldo de anos de estudo e dedicação. Claro que deve ser discutida a filosofia de trabalho que norteia esta administração cultural desastrosa, mas a questão expressa nas linhas do post reflete que é a falta de tato e conhecimento sobre o que fazer e como proceder. Chamar uma reserva técnica de depósito de coisas é ultrajante. Fazer um projeto de um novo museu para a cidade descartando o produto de esforço de anos e equipes dedicadas a conquistar um espaço melhor para abrigar o acervo do museu é certamente fruto de uma filosofia da administração municipal pobre e desconhecedora dos paradigmas da área. Ridículo. Precisamos de revisão filosófica? Evidente que sim. Faço minhas as palavras da Noris reafirmando toda a inexistência de conhecimento sobre o que se pretende fazer. Fazem e pronto? Coisa lamentável advinda da escola da professora vesga mesmo!
-.-.-.-.-.-.-.-.-.-
DISCUSSÃO MANTIDA NO FACEBOOK
1) https://www.facebook.com/groups/890827434266040/permalink/1147550921927022/
2) https://www.facebook.com/groups/890827434266040/permalink/1148473318501449/
3)https://www.facebook.com/noris.leal.18/posts/541430566022277
Assinar:
Postagens (Atom)





















