terça-feira, 17 de outubro de 2023
domingo, 21 de maio de 2023
terça-feira, 23 de agosto de 2022
O DEVER DA ESPERANÇA - Ciro Gomes
No programa que a Rede Globo oferece de entrevista com os candidatos à presidência, Ciro Gomes dá uma aula demonstrando o profundo conhecimento que tem da realidade brasileira que transmite em seu livro PROJETO NACIONAL : O DEVER DA ESPERANÇA.
William Bonner e Renata Vasconcellos, entrevistadores, pouco interferiram preferindo aproveitar o momento de ouvir a exposição do candidato.
quinta-feira, 30 de junho de 2022
"Ciro Gomes é o candidato com mais chance de crescimento" - Antonio Lavareda
![]() |
Foto: Reprodução - Rádio Metropole |
Por: André Uzêda no dia 27 de junho de 2022 às 09:21
O cientista político Antonio Lavareda, presidente científico do Instituto Ipespe, disse que o candidato que mais apresenta chance de crescimento atualmente é Ciro Gomes (PDT). Isso porque é o candidato mais lembrado como "segunda opção de voto.
"Isso é um dado científico. Quando perguntando, Ciro Gomes é o candidato mais citado como segunda opção, sobretudo entre eleições de Lula, já que coloca sua candidatura na centro-esquerda. Ele também tem uma fatia grande entre indecisos", disse em entrevista nesta segunda-feira (27), a Mário Kertész, na Rádio Metropole.
Lavareda também disse que hoje dificilmente a terceira via, representada pela senadora Simone Tebet (MDB), tem chance de se viabilizar eleitoralmente. "As chances de uma terceira via da centro-direita são remotas. A eleição está muito polarizada, com alguma tendência de uma triangulação, muito mais por Ciro Gomes", afirma.
domingo, 14 de fevereiro de 2021
sábado, 12 de dezembro de 2020
quinta-feira, 18 de abril de 2019
quarta-feira, 9 de maio de 2018
CIRO GOMES, O BRIZOLA QUE O BRASIL NÃO PÔDE EXPERIMENTAR- P.R.Baptista
Governador do Maranhão e aliado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva(PR), Flávio Dino (PC do B) defendeu que o seu partido, o PC do B, e ainda o PSOL e o PT abram mão de suas pré-candidaturas para apoiar Ciro Gomes (PDT) na eleição para a presidência da República.
A matéria foi publicada na Folha de São Paulo.
Dentro do próprio PT declarações de Jacques Wagner e Fernando Haddad ( se desconsiderarmos declaração desastrada de Gleici Hoffman ) parecem dar sinais nesse sentido.
Outras fontes sugerem que o PSB, que perdeu uma possível candidatura de Joaquim Barboza, poderia também integrar essa frente.
Dessa forma Ciro Gomes, que procura se inserir dentro de uma proposta política de resgate da linha de afirmação nacional propugnada por Leonel Brizola e, antes dele, por Getúlio Vargas, ganha pontos importantes na disputa eleitoral.
VEJA OS COMENTÁRIOS >>>
FONTES:
1) Folha de São Paulo;
2) Blog do Rovai
domingo, 8 de outubro de 2017
Brasil está ás vésperas de um colapso, diz Ciro Gomes
"As pessoas estao cansadas de se relacionar com o serviço público, estão muito justamente ressabiadas com o loteamento fisiológico das estruturas públicas e ficam meio vulneráveis a essa simplificação grosseira que diz que é melhor até dar as estatais de graça porque isso será bom para o país. Isso é uma mentira. A Oi acabou de quebrar. Sabe onde ela espetou os R$ 65 bilhões de prejuízo? Na Caixa Econômica Federal, no Banco do Brasil e no BNDES. Há 10 anos, quando ela lucrava, era para os bancos privados que se financiava. Eu pergunto: a Odebrecht, a JBS e Andrade Gutierrez são estatais?"
Na sequência, o ex-ministro projetou que o país chegará às vésperas do pleito de 2018 com a dívida pública correspondendo a praticamente 100% do PIB, e emendou: "é véspera de colapso." Ciro criticou o "esquerdismo infantil" do ex-presidente e, por enquanto, adversário na corrida de 2018, Luiz Inácio Lula da Silva. Afirmou que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) "emasculou" a presença do RS e de Minas Gerais no cenário nacional quando promoveu a renegociação das dívidas dos estados e considerou que, no caso do RS, o Palácio Piratini virou uma "usina de destruição de lideranças". "O acordo foi um torniquete que, no RS, é agravado por algumas peculiaridades: aqui o custo dos aposentados é superior ao dos servidores ativos, o Ministério Público custa mais caro do que a média brasileira e o Judiciário também. Isso faz com que o ajuste seja sempre sobre uma fatia muito pequena do orçamento."
O pedetista informou que seu programa inclui a consolidação das dívidas dos estados, um novo sistema tributário, um novo desenho previdenciário e uma reforma política, e enumerou três propostas com alto potencial de polêmica. "Quero levantar o limite constitucional do imposto sobre heranças, que hoje é 8%, criar uma CPMF com alíquota de 0,38%, sendo 0,20% vinculado ao abatimento da dívida e 0,18% partilhados com estados e municípios, que poderão optar entre colocar na dívida ou na previdência. E vou cobrar imposto sobre lucros e dividendos. Só o Brasil e a Lituânia não cobram. Aqui cobrávamos e o FHC tirou. Não há como resolver o problema brasileiro sem algum a amargo e esse amargo pode ser concentrado em quem ganha mais."
Apesar de se dizer parlamentarista, Ciro discorda da proposta ventilada por Temer de implantar o sistema político. "Depois de Pedro II, todas as vezes em que se discutiu o parlamentarismo no país foi como golpe, que é o que está acontecendo de novo."
CORREIO DO POVO, 24/08/2017
quarta-feira, 30 de março de 2016
CIRO GOMES - ‘Coalizão de ladrões’ quer derrubar Dilma para adotar ‘agenda entreguista’, diz Ciro Gomes
![]() |
Foto: Guilherme Santos/Sul21
CIRO GOMES
Luís Eduardo Gomes
Em Porto Alegre para participar do Seminário Dívida Pública, Desenvolvimento e Soberania Nacional, promovido pelo Sindicato dos Engenheiros (Senge), na PUCRS, o ex-ministro e ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) afirmou que o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT) está sendo movido por uma “coalizão de ladrões” que deseja implementar uma “agenda entreguista”, submetida a interesses internacionais.
Em entrevista concedida ao Sul21 e ao Jornal Já, Ciro Gomes afirmou que a saída do PMDB do governo federal, sacramentada em votação que durou três minutos na tarde de terça-feira (29), em Brasília, tem o objetivo de acelerar o processo de impeachment para tentar impedir que as investigações da Operação Lava Jato atinjam mais nomes da classe política brasileira.
“O doutor [Rodrigo] Janot, procurador-geral da República, está de posse de mil contas na Suíça, com US$ 800 milhões já identificados e bloqueados, com a fina flor dos políticos e dos empresários com eles conexos. Por isso que eles precisam aceleradamente [do impeachment]. Faz cinco meses que o processo de cassação do Eduardo Cunha não anda um passo sequer na Câmara e uma presidência da República da oitava economia mundial, em menos de 15 dias, pelo que nós estamos contando hoje, pode cair”, afirma Ciro.
Para o ex-governador, provável candidato a presidência da República pelo PDT em 2018, o impeachment da presidenta ainda não é inevitável, mas será preciso que o “povão acorde” e que haja uma mudança no contexto nacional para que ele seja barrado. Ciro ainda prevê que, caso se concretize a queda de Dilma, o vice-presidente Michel Temer terá muitas dificuldades para governar diante da crise econômica e política vivida pelo país.
LEIA TODA A ENTREVISTA>>>




