segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
domingo, 24 de janeiro de 2016
domingo, 17 de janeiro de 2016
sábado, 16 de janeiro de 2016
Deputado Marcel van Hatten, a voz da direita política
Marcel van Hatten, é filiado ao Partido Progressista (PP).
Foi vereador do município de Dois Irmãos aos 18 anos, eleito em 2004.
Começou a peregrinação para ser deputado estadual em 2006, pleito no qual não se elegeu.
Em 2010 uma nova tentativa, também sem êxito.
Enfim, nas eleições de 2014, em 5 de outubro, recebeu 35.345 votos para deputado estadual à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul na 54ª legislatura (2015 — 2019), ficando como suplente.
Assumiu o cargo em 10 de fevereiro de 2015[4] ocupando a cadeira vaga do secretário estadual de Transportes e Mobilidade, Pedro Westphalen.
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Argentino esquece da mulher num posto de gasolina ... mas não foi de propósito
Daniel Favero
G1 RS
Uma mulher de nacionalidade argentina foi esquecida pelo marido em um Posto de combustíveis na BR-285, em Passo Fundo, no Norte do Rio Grande do Sul. O caso ocorreu quando a família retornava de férias no Brasil, na quarta-feira (13).
Fonte G1
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Muhammad Ali, quando um campeão foi proibido de comer um cachorro quente nos EUA
QUANDO UM CAMPEÃO OLÍMPICO FOI PROIBIDO DE COMER UM CACHORRO-QUENTE NOS EUA Entenda o caso: Muhammad Ali, legendário boxeador fala sobre o racismo.Assista e compartilhe
Publicado por Nossa Época em Quinta, 7 de janeiro de 2016
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
Partido da Mulher Brasileira não corresponde às expectativas de sua criação
Para presidente do PMB, Suêd Haidar, missão do partido é aumentar a participação da mulher na política; dirigente é contra o aborto e condena debate sobre a violência contra a mulher nas escolas
Apesar de o momento político ter levado diversas mulheres a se manifestarem pela garantia dos seus direitos nas ruas e nas redes sociais – com as campanhas #primeiroassédio e #meuamigosecreto –, o recém-criado Partido da Mulher Brasileira (PMB) não é feminista. “Ele é um partido feminino”, explica Suêd Haidar, presidente da legenda que surgiu há quase três meses, em 29 de setembro, em entrevista à Agência Pública.
(....)
O PMB é um partido feminista?
Não… Ele é um partido feminino. Hoje é outro momento da política, um pouco mais moderno, a mulher está participando mais. Tivemos essa grande oportunidade na nossa vida de todos os movimentos feministas, de todos os segmentos feministas, que abriram todas essas portas para que hoje nós tenhamos essa oportunidade de falar aqui de política partidária e da inserção da mulher dentro das instituições partidárias até de uma forma um pouco diferenciada.
Como a senhora se posiciona em relação ao PL 5069/2013, do deputado Eduardo Cunha, que altera a forma de atendimento da mulher que sofre violência ou abuso sexual? [O projeto criminaliza, por exemplo, o profissional da saúde que indicar processos abortivos à mulher que sofreu estupro]
Em relação ao presidente da Câmara estar encaminhando hoje esse projeto em relação ao aborto… Eu sou contra o aborto. A diretriz do partido sempre será essa, contra o aborto. Nós não podemos sair afirmando que a mulher tem qualquer encaminhamento ou esteja matando vidas. Não é isso que nós queremos para nossas mulheres. O que nós queremos é um projeto afirmativo que venha dar o preventivo para a mulher. A mulher tem que estar preparada para se prevenir para que não chegue a necessidade dela matar vidas, que é chegando a fazer o aborto.
(...)
A presidente explica que usará o Fundo Partidário do PMB para a criação de escolas políticas e formação de militância. Haidar esclarece que a legalização do aborto e a inclusão das discussões de gênero nos planos educacionais não são pautas do PMB. “Essa questão da violência contra mulher não pode ser, nesse momento, e em nenhum momento, discutida numa sala de aula com crianças de 10 anos de idade”, declara Haidar. “Isso não existe.”
LEIA A MATÉRIA COMPLETA >>>>>
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
Abaixo o tabu redutor que confina os mais pobres à música brega - Tárik de Souza
06/01/2016
"O povo sabe o que quer
Mas o povo também quer o que não sabe"
Infelizmente, as sagazes palavras de nosso ex-ministro da Cultura, Gilberto Gil, em "Rep" (composição gravada no disco "Sol de Oslo", de 1998) andam esquecidas pela mídia principal do país. Quase só se transmite e propaga o já sabido, mastigado, clonado, copiado e colado. Andamos "mascando clichê", como cantaria o grupo paulistano Premeditando o Breque –o Premê–, em "Quase lindo", de 1983.
Desde o BRock –e lá se vão mais de três décadas– não surge um movimento de baixo para cima, revelando artistas (Cazuza, Renato Russo, Lobão, Leo Jaime), grupos (Blitz, Titãs, Paralamas, Legião, Barão, Kid Abelha, Engenheiros, Capital Inicial, Ira!, Ultraje) e tendências ou linguagens com tão ampla repercussão popular. O movimento mangue beat e suas consequências (Chico Science & Nação Zumbi, Mundo Livre s/a, Mestre Ambrósio, Siba, Otto, Cordel do Fogo Encantado e Lira) já bateu no guichê do mercadão fechado a inovações, tal como acontecera um pouco antes com a chamada vanguarda paulista, do próprio Premê, Arrigo Barnabé, Itamar Assumpção, Grupo Rumo, Língua de Trapo, Eliete Negreiros, entre outros.
O reconhecimento desses artistas deu-se –quando aconteceu– a conta-gotas. As exceções nessa transversal do tempo se confirmam, como tal: Skank, Sepultura, Cássia Eller, Los Hermanos, Marisa Monte, Lenine, Mônica Salmaso, Chico César, Zeca Baleiro, Vanessa da Mata, Seu Jorge, Planet Hemp, Zélia Duncan, Racionais MC's, Moska, O Rappa, Ana Carolina, Carlinhos Brown. Todas à custa de muita ralação -e, em alguns casos, a concessões ao banal.
Vedar o acesso do experimentalismo à mídia principal equivale a fechar os laboratórios que impulsionam o avanço das descobertas científicas e tecnológicas. O grande público precisa entrar em contato com propostas diferentes, aptas a abrir horizontes estéticos. Abaixo o tabu redutor que confina as classes menos favorecidas economicamente ao brega acachapante!
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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
Novidades do Nei A. Pies
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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
Prefeito Leite, populismo e elitismo - Reginaldo Bacci
Reginaldo Bacci
O Prefeito Eduardo Leite pode não ser um populista, mas é, com certeza, um elitista. Joga para a torcida como se todos fossem ingênuos e não percebessem em seus movimentos e onde quer chegar. Ao mesmo tempo que retira 1,8 milhões do carnaval e 100 ou 200 mil da festa de reveillon, sob a alegação que as alocará na saúde, mantém a verba de publiciadade em mais de 2 milhões em ano de eleição e aumenta de 4,8 milhões para cerca de 18 milhões as de projetos (vide orçamento 2016 de Pelotas), ou seja, economiza de um lado, sob alegação que aplicará na saúde, e gasta em outros para defender seu projeto eleitoral (precisará garantir sue projeto com muita publicidade e dezenas de novos projetos, já que o que fez até agora foi asfaltar, como todos que o antecederam) Esta atitude pode não ser populista, mas certamente é elitista e oportunista. Afinal, onde passaram as festas de final de ano a elite de Pelotas? E o povo pelotense pode ir a Punta del Este, Florianópolis ou Rio de Janeiro??? E o carnaval de 2016, onde passará a elite de Pelotas? Em Pelotas? Bem, o povo que se vire, afinal de contas quem não tem grana para ir a Porto Alegre, Rio, Punta, ou seja lá onde for, que fique em Pelotas, sem festa. Eduardo Leite é um elitista e não compreende o povo. Sua gestão é mais do mesmo. E ainda tem gente, certamente, da elite que aplaude suas decisões. O mesmo prefeito que acaba com o carnaval é o que dá isenção de tributos ao CDL (Centro de Eventos) e à Associação Rural de Pelotas, núcleos das elites pelotenses. Por que não cobrar tributos das elites e alocar na saúde? Lamentável, meu caro e querido amigo Rubens Amador, que a análise que fazes das atitudes do Sr. Prefeito seja superficial e rasteira, torpe e interesseira. Por isto, nem acredito que este comentário vá para o site, como o outro que já fiz e também não foi, mas não posso deixar passar mais esta apologia falsa e enganadora, sem me manifestar. O governo de Eduardo Leite é elitista e da pior forma possível, é um governo medíocre que não consegue buscar soluções que atendam, acima de tudo, os reais interesses das pessoas. Go vernar é mais do que jogar para a torcida, é um ato de amor, de compreensão da alma humana, é um ato de coragem a favor daqueles que menos têm e mais precisam, governar é acima de tudo cuidar das pessoas em todas as suas dimensões e necessidades físicas e culturais. Aliás, Martin Luther King já o sabia e assim vaticinou: “Eu tenho a audácia de acreditar que todas as pessoas de todos os lugares têm o direito a três refeições diárias para os seus corpos, EDUCAÇÃO E CULTURA PARA SUAS MENTES, dignidade, igualdade e liberdade para seus espíritos.” Lamento somente pela pobreza de espírito do Sr. Prefeito e sua equipe, incapazes de apresentar uma solução, onde a cultura popular pudesse ser preservada e festejada. Nada pode ser pior a um gestor público que sua incapacidade de compreensão da alma humana e sua inépcia na construção de soluções que atendam a todos. Leite, consegue apenas atender a elite, que se regozija na desgraça dos menos favorecidos.
Somente aos gestores medíocres é dado pensar que o carnaval e o reveillon somente possam ser realizados com verbas públicas.
REFORMA AGRÁRIA NO FANTÁSTICO - Eduardo Londero
Como investigação não é com eles, todo o trabalho se baseia em relatório da CGU, sobre o qual apõem imagens e entrevistas.
A lei de 1850 foi um arranjo que agradou a todos na época, ferrou o imigrante que veio depois, e diferiu o conflito para nossa época. Típico.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Candidatos a prefeito em Pelotas - P.R.Baptista
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
sábado, 19 de dezembro de 2015
João Cândido, o Almirante Negro
Entrevista com João Cândido
João Cândido, o Almirante Negro, numa gravação histórica!É emocionante ouvir a voz de João Cândido. O grande líder da Revolta da Chibata revela, numa entrevista histórica gravada em 1968, detalhes sobre a luta dos marinheiros (80% negros e pardos) contra os castigos indignos e o racismo praticados pela Marinha Brasileira. Para ouvir outros trechos desta entrevista e saber mais sobre João Cândido e a Revolta da Chibata acesse a seção “Saiba Mais” do Programa Nação da TVE/RS neste link http://www.tve.com.br/2015/11/nacao-saiba-mais-revolta-da-chibata/O conteúdo extra do programa Nação sobre a Revolta da Chibata tem ainda:- carta dos marinheiros ao presidente da República,- entrevista com o historiador Mário Maestri,- linha do tempo baseada no livro fotobiográfico “João Cândido, a Luta pelos Direitos Humanos”, do historiador Marco Morel e- dicas de livros e uma HQ sobre o herói negro.
Posted by Programa Nação on Quinta, 17 de dezembro de 2015
É emocionante ouvir a voz de João Cândido.
O grande líder da Revolta da Chibata revela, numa entrevista histórica gravada em 1968, detalhes sobre a luta dos marinheiros (80% negros e pardos) contra os castigos indignos e o racismo praticados pela Marinha Brasileira.
Para ouvir outros trechos desta entrevista e saber mais sobre João Cândido e a Revolta da Chibata acesse a seção “Saiba Mais” do Programa Nação da TVE/RS neste link http://www.tve.com.br/…/nacao-saiba-mais-revolta-da-chibata/
O conteúdo extra do programa Nação sobre a Revolta da Chibata tem ainda: - carta dos marinheiros ao presidente da República, - entrevista com o historiador Mário Maestri, - linha do tempo baseada no livro fotobiográfico “João Cândido, a Luta pelos Direitos Humanos”, do historiador Marco Morel e - dicas de livros e uma HQ sobre o herói negro.
São Paulo, uma revolução no transporte
Prefeitura apresenta ônibus articuladosSão Paulo agora tem ônibus com LCD, LED e bateria. Ontem de manhã, testei o trajeto do Terminal de Transferência de Itaquera até o Terminal Parque Dom Pedro.Leia mais: http://goo.gl/atBzUx
Posted by Fernando Haddad on Quinta, 17 de dezembro de 2015
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
Reciclagem: basta ser politicamente correto - SERGIO AUGUSTO SARDI
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A Negritude em Pelotas, Por que se oculta? - CÉSAR BRISOLARA
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| Instrumentos de tortura |
Podemos questionar os dados até por amostragem visual, mas é preferível identificarmos na própria proporção de negros que se auto declaram como tal a necessidade de entendermos os motivos que cercam esse reconhecimento da própria identidade.
Uma cidade que no censo de 2000 possuía cerca de 15% de sua população se auto declarando negra, cerca de 16% da população na época, perdeu população negra ou a própria auto imagem da cidade influencia o reconhecimento da própria etnia por parte da população?
A dúvida é pertinente se observarmos a própria composição étnica dos cargos da administração municipal, onde não há um negro sequer.
O que mudou na cidade que em 1814 possuía cerca de 25 mil negros, entre escravizados e livres, para 32 mil brancos; Em 2000 possuía cerca de 16% de sua população se reconhecendo negra e em 2010 esse percentual caiu para menos de 10% de reconhecimento entre negros e pardos?
Será que a população negra de Pelotas diminuiu, na contramão da população brasileira, ou será que a pressão da imagem da cidade, branca e cosmopolita, propagandeada nos cartazes, nas festas e eventos oficiais, na ideia da “Princesa do Sul” das charqueadas, onde fica o museu da Baronesa Branca e não o Fica Ahí Prá Ir Dizendo, impõe também uma ideia de que a cor negra não é exatamente algo que seja interessante adotar como identidade?
Pelotas, da torcida Xavante, a reconhecidamente mais negra do estado, é uma cidade onde a cor negra representa menos de 10% de sua população? No que a Pelotas do Centro Ethiópico, da Frente Negra Pelotense, do Depois da Chuva; Chove Não Molha; Fica Ahí Prá Ir Dizendo; Está Tudo Certo; Quem Ri de Nós Tem Paixão e do jornal A Alvorada se transformou? Sua identidade negra se diluiu, tornou-se branca, empalideceu, embranqueceu ou foi embranquecida a ponto de tornar-se invisibilizada?
As razões para que uma cidade com uma enorme população negra, reconhecida como a mais negra do Rio Grande do Sul, e com um associativismo negro reconhecido historicamente, amplamente estudado pela Universidade Federal de Pelotas, e demais universidades do Rio Grande do Sul, é algo a ser investigado, porém é inegável que uma cultura hegemônica que se entende como majoritariamente branca tem larga influência na própria percepção de identidade afrodescendente de Pelotas.
Passado o dia 14, 171 anos do vergonhoso Massacre de Porongos da Guerra civil farroupilha e as vésperas do dia 20 de Novembro é fundamental discutirmos porque a Pelotas negra se oculta, ou é escondida, de si mesmo e por quem culturalmente opta historicamente por preferir ser visto como parte da elite senhora de escravos a ver-se como uma sociedade multiétnica, poderosa e profundamente influenciada por uma africanidade orgulhosa. Africanidade essa que está ai nas ruas, todo dia construindo uma Princesa do Sul, uma princesa negra corajosa e não uma imagem de senhora pálida esposa do Barão.
Que Pelotas é a Pelotas de Verdade? A Pelotas Afrobrasileira ou a Pelotas cuja imagem branca influencia até o cotidiano de uma sociedade visualmente negra? Quem puder responder Fica Ahí Prá Ir Dizendo, porque nós, orgulhosos, vamos procurar A Alvorada, saindo desse Chove Não Molha e honrando nossa identidade, a mesma do Centro Ethiópico e da Frente Negra Pelotense.
César Brisolara é Presidente da Associação de Moradores da Guabiroba e militante do Movimento Negro e Hip Hop
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Discurso de Brizola contra o golpe
Discurso de Brizola em 1º de abril de 1964 em Praça pública no Largo da Prefeitura de Porto Alegre. Contra o golpe militar.
Os deuses e a crise - Eduardo Londero
Apesar do Brasil ter tudo para dar certo, estava nos eixos em 2012, a partir de 2013 começa a ser alvo de campanhas criadoras de dissensos.
Os planos de governo no país historicamente desde 1930 são dois: ou se deixa o barco correr solto, o "laissez faire laissez passer", que significa preguiça com entreguismo e bons negócios para uns e maus tempos para a maioria, ou se incentivam os setores empresariais e se organizam as estatais para alavancar a economia.
A fraqueza da segunda alternativa é que o capitalismo nacional é fraco e acanhado.
Essas duas correntes de pensamento se digladiam desde 1930 e precisam cooptar os setores médios e geralmente fisiológicos da política que se costuma chamar "centrão".
A aliança do PT com esses setores, inicialmente o PR/PTB e atualmente com PP/PMDB tem sido enfraquecida a golpes de Lava Jato, acompanhada de cantos de sereia em reuniões onde todos os celulares são deixados na sala ao lado.
Além de chegar ao poder, obviamente está sendo prometido tirar a Lava Jato da tomada.
Nessa conjuntura regredimos aos anos 80, um governo Temer do PMDB será como com o governo Sarney, muito mais interessado pelo fisiologismo, obcecado pela conciliação e completamente avesso ao rompimento de velhos paradigmas, e agora bajulado e mais tarde chantageado pelo PSDB, mas não dirigido pelas cabeças pensantes dele como Bresser Pereira.
O programa defendido pelo PMDB em seu "Uma Ponte para o Futuro" lembra em muito o de Aécio-2014, para seduzir o empresariado, recheado de lugares comuns e indefinições prontas para a futura negação plausível.
E com esse programa foi selado a aliança entre os dois partidos conluiados, tão amigos de soluções de tapetão.
Feminicídio, não!
Grupo Autonomo de Mulheres de Pelotas( GAMP) realiza panfletagem no centro de Pelotas contra o feminicídio.
Soma-se a outros grupos e movimentos alinhados à causa do feminismo e defensores dos direitos das mulheres os quais, na tendência do que ocorre nacional e mundialmente, vem surgindo na cidade.
Esta expansão vai, também, permitindo definir melhor os diferentes segmentos que, embora sob a mesma bandeira do feminismo, mantém por diferentes razões peculiaridades próprias e, conforme o caso, leituras diferentes quanto a estratégias e ações que são entendidas como mais oportunas.
O GAMP parece sob esse aspecto começar com o pé direito.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Um Brasil que não pode ser subjugado
Jamás podrás ver así las cataratas de IGUAZÚ. ALGO ESPECTACULAR
Posted by René Ventura Baila on Quinta, 25 de abril de 2013
UMA AULA SOBRE COMO GOLPES PODEM SER DADOS - P.R.Baptista
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| Eduardo Cunha, só pode estar rindo da nossa cara |
A lamentar, no episódio, a adesão do PSB que parece ter esquecido suas bandeiras históricas e entra num processo de perturbação ideológica, desencadeado a partir da morte de Eduardo Campos, do qual talvez não saia mais.
sábado, 5 de dezembro de 2015
Impeachment sem prova é "escárnio à Constituição", diz parecer de jurista
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Dia histórico, para "bebemorar"
Comemoração de Bia Kicis com Jair e Edu, dentro do Plenário, logo após o anúncio do recebimento do impeachment por Cunha.
Posted by Revoltados ON LINE on Quarta, 2 de dezembro de 2015
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
"Essa não é uma tragédia que aconteceu sem aviso" - Bento Rodrigues, uma vergonha nacional
"Essa não é uma tragédia que aconteceu sem aviso. Em 2013, o Ministério Público de MG avisou num documento, que é quase uma profecia, que Bento Rodrigues estava sob ameaça terrível. E nenhuma providência foi tomada. Nem sequer as sirenes para avisar a população estavam instaladas. Foram instaladas dois dias depois do desastre. É uma piada pronta", criticou Laura Capriglione.A jornalista ainda comparou a atuação do governo chileno no resgate dos mineiros com a do governo na tragédia em Mariana. Confira o Observatório da Imprensa na íntegra: http://bit.ly/1lKAZIl
Posted by TV Brasil on Sexta, 27 de novembro de 2015















